O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou minimizar a participação de seu governo nas negociações que culminaram na escolha do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) como possível sucessor Arthur Lira (PP-AL) na presidência da Câmara.
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Segundo ele, o Palácio do Planalto não busca influenciar a disputa. “O presidente Lula, o presidente do Brasil, não tem candidato a presidente da Câmara. A presidência da Câmara cabe aos partidos políticos e aos deputados federais. que compõem o Senado O presidente Lula tem a responsabilidade de tratar bem quem quer que seja o presidente porque os presidentes da Câmara e do Senado não precisam do presidente Lula, é o presidente Lula quem precisa deles”, disse em entrevista à Rádio Vitoriosa, de Minas Gerais.
“Sempre os tratei com respeito e por isso espero que a Câmara eleja os melhores, que o Senado eleja os melhores, para que tenhamos dois anos muito virtuosos a partir do próximo ano”, acrescentou.
Apesar do discurso, Lula recebeu Hugo Motta em seu gabinete esta semana e teria sinalizado que não tem resistência ao seu nome.
O deputado paraibano entrou na disputa pelas eleições internas após movimento do vice-presidente da Câmara, Marcos Pereira (Republicanos-SP)quem foi quem inicialmente tentou se tornar um candidato viável.
Pereira desistiu da corrida depois de se indignar com a ofensiva do presidente do PSD, Gilberto Cassabque procurou nomear o deputado Antônio Brito (PSD-BA) no escritório.
Novo favorito à eleição como presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta tem apenas 34 anos, mas já criou uma rede de relacionamentos vasta em Brasília ao longo de seus quatro mandatos como deputado federal.
Um dos principais, que o ajudou a se tornar favorito ao cargo, é o relacionamento com o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI)que o trata como um “filho atencioso”.
Nogueira foi o mais atuante em ajudar Lira a convencer Marcos Pereira a desistir da candidatura para que Motta pudesse entrar na disputa.
A intenção é que ele seja um candidato de consenso – o que ainda não aconteceu Elmar Nascimento (União-BA), Antonio Brito (PSD-BA) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL) Eles alertaram que permanecerão como candidatos.
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