O ex-deputado republicano de origem brasileira Jorge Santosafastado de seu cargo no Congresso dos EUA após uma série de acusações, incluindo a de ter falsificado seu currículo para concorrer a um cargo público, pretende se declarar culpado de fraude e lavagem de dinheiro, entre outros crimes, para evitar ir a julgamento.
A intenção de Santos foi confirmada por fontes ligadas ao processo à imprensa americana.
O recurso, que deverá ocorrer na segunda-feira (19), em Nova York, pouparia Santos de um julgamento que quase certamente seria um espetáculo rodeado de atenção da mídia. Ele se declarou inocente das 23 acusações apresentadas pela promotoria, mas parece ter mudado de ideia, pois a confissão o teria impedido de ir a julgamento.
Dois advogados que representam diversas testemunhas do caso foram informados pelo Ministério Público Federal que Santos havia decidido se declarar culpado. Duas outras pessoas com conhecimento dos planos confirmaram a história. Um deles disse que o ex-deputado deverá prestar depoimento na Justiça reconhecendo seus crimes. Os termos da sua esperada confissão e a sentença que ele poderia enfrentar não eram claros.
Filho de imigrantes brasileiros, George Santos se apresentou como a “nova cara do Partido Republicano” e construiu uma figura de candidato às eleições legislativas de novembro de 2022, com base em mentiras sobre a sua formação académica, religião, experiência profissional, património e salários.
Ele até falsificou a história de sua família, alegando ser descendente de judeus sobreviventes do Holocausto que fugiram da barbárie nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Uma investigação realizada pelo jornal “O jornal New York Times”quando já estava no Congresso dos EUA, revelou suas mentiras.
Entre os crimes pelos quais Santos é acusado estão fraude eletrônica, lavagem de dinheiro, apropriação indébita de recursos públicos e mentira à comissão eleitoral federal. Segundo Ministério Público, Santos enganou doadores de campanha transferindo dinheiro para sua própria conta e utilizando-o para quitar dívidas pessoais, comprar roupas de grife e efetuar pagamentos no cartão de crédito de seus apoiadores sem autorização.
Ele também é acusado de receber benefícios de desemprego aos quais não tinha direito durante a pandemia do coronavírus, antes de sua eleição.
Inicialmente, o ex-congressista declarou-se inocente de todas as acusações e, num aparente esforço para invocar o ex-presidente Donald Trump, declarou que a acusação era “uma caça às bruxas”.
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