O relatório de produção do segundo trimestre, que mostrou que a produção de petróleo, gás natural e líquidos de gás natural (LGN) totalizou 2,664 milhões de barris de petróleo equivalente por dia (medida denominada BOE/dia). Os números mostram que houve aumento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2022. O aumento, porém, é menor que o registrado no primeiro trimestre, quando a produção da estatal cresceu 3,7%
A Petrobrás reportou menor produção doméstica e de petróleo do pré-sal no segundo trimestre, em comparação ao trimestre anterior, embora o resultado tenha crescido ano a ano, comentou o Bank of America (BofA).
Segundo o banco, a queda trimestral se deve a paradas para manutenção, além de intervenções não planejadas em plataformas localizadas no campo de Búzios.
A produção do pós-sal também foi impactada por paradas de manutenção e intervenções não planejadas para atender aos requisitos de segurança operacional, além do esgotamento natural.
Segundo o banco, esses efeitos foram parcialmente compensados pelo aumento da produção da plataforma flutuante de Sepetiba (FSPO), que atingiu 90 mil barris por dia no final de junho.
“Destacamos que o aumento da produção desta plataforma está demorando mais do que inicialmente previsto por nós, dado que o Petrobrás estava conseguindo concluir o processo de aumento da produção em seus campos de melhor desempenho em cerca de seis a sete meses”, escrevem os analistas.
A queda na produção do pós-sal também foi parcialmente compensada pela entrada em operação de dois novos poços provenientes de projetos complementares na Bacia de Campos.
O BofA destaca ainda que, em maio, a plataforma flutuante Marechal Duque de Caxias chegou ao Brasil e, em junho, foi ancorada no campo Mero. Esta plataforma tem capacidade de produção de 180 mil barris de petróleo por dia.
Ainda em maio, a plataforma Maria Quitéria saiu do estaleiro na China e deverá entrar em operação no quarto trimestre de 2024 com capacidade de produção de petróleo de 100 mil barris por dia.
BofA tem recomendação de compra para recibos de ações (ADRs) do BofA Petrobrás, com preço alvo de US$ 17,90. .
A Petrobrás não apresentou surpresas no seu desempenho operacional no segundo trimestre, confirmando que os resultados financeiros da empresa deverão estar sob pressão no curto prazo, afirma o UBS BB.
Os analistas Luiz Carvalho, Matheus Enfeldt e Tasso Vasconcellos mantiveram a estimativa de Ebitda da empresa em US$ 13,1 bilhões para o período, cerca de 3% abaixo do consenso de mercado.
O banco acredita que as diversas paradas de manutenção que o Petrobrás tem vindo a preparar-se para um novo ciclo de crescimento da produção petrolífera em 2025 e 2026, limitando os efeitos dos resultados de hoje.
O risco, porém, está nos dividendos, já que há incertezas sobre a geração de caixa da empresa. Petrobrás em meio à dinâmica do capital de giro e à volatilidade do dólar no trimestre.
UBS BB tem recomendação de compra para Petrobráscom preço-alvo de R$ 49 para as ações preferenciais.
O resultado operacional de Petrobrás no segundo trimestre apresentou queda sequencial na produção, o que não deve ser visto como surpresa ou mudança estrutural, dada a quantidade de manutenções que a empresa teve no período, diz Goldman Sachs.
Os analistas Bruno Amorim, Guilherme Costa Martins e Guilherme Bosso escrevem que o desempenho das refinarias foi robusto, com vendas em expansão no mercado interno mesmo sem aumento no volume de produção.
O banco afirma que a movimentação das ações da empresa Petrobrás Não deve ser guiado pelo seu desempenho operacional, mas sim por notícias envolvendo possíveis aquisições, que podem afetar negativamente o pagamento de dividendos.
Goldman Sachs tem recomendação de compra para Petrobráscom preço-alvo de US$ 19,30 para recibos de ações (ADRs) negociados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).
A Petrobrás divulgou seus dados de produção e vendas do segundo trimestre e, como de costume, a produção não trouxe muitas surpresas, com queda trimestral na produção de petróleo por conta de paradas para manutenção, que devem ser normalizadas em breve, afirma Convênio BTG.
Os analistas Pedro Soares, Henrique Pérez e Thiago Duarte escrevem, em relatório, que os dados do segundo trimestre e o comissionamento de mais duas plataformas até o final do ano deverão permitir à empresa cumprir a projeção de produção para o ano, podendo até aumentar a sua meta para 2025.
Segundo eles, a menor produção, juntamente com os “crack spreads”, a diferença entre o preço do derivado e do petróleo bruto, reduzida e maiores descontos para a paridade internacional de preços deverão resultar num desempenho global mais fraco, que já é precificado pelos investidores . O foco será no investimento orgânico, que está 30% abaixo da projeção e poderá reforçar a visão de que a geração de caixa poderá ser maior do que o esperado em 2024, afirmam.
A projeção para lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) é de US$ 12,2 bilhões, uma queda de 1,5% na base trimestral, e dividendos de US$ 2,9 bilhões ou um rendimento (yield) de 3%, afirmam. Por fim, afirmam que os riscos de fusões e aquisições significativas no curto prazo podem aumentar a percepção de risco e levar os investidores a exigir um prémio de risco mais elevado para deter as ações da empresa.
BTG Pactual tem recomendação de compra para Petrobráscom preço-alvo de US$ 19.
A Petrobrás sua produção no segundo trimestre foi afetada pela manutenção nas plataformas, o que deve limitar os efeitos positivos do aumento do preço do petróleo e das melhores vendas sazonais de produtos refinados, afirma o Bradesco BBI.
Os analistas Vicente Falanga e Gustavo Sadka escrevem que o resultado deverá gerar um EBITDA de US$ 12,2 bilhões, em linha com as estimativas do mercado, uma queda de 2% sobre o primeiro trimestre.
Eles observam que a empresa teve bom desempenho nas refinarias mesmo com queda de 1% na taxa de utilização, beneficiada pela maior atividade econômica e pelo bom desempenho nas vendas de gasolina.
O Bradesco BBI tem recomendação de compra para Petrobráscom preço-alvo de R$ 47 para as ações preferenciais.
A Petrobrás reportou dados operacionais alinhados às projeções, com queda na produção trimestralmente impactada por interrupções para manutenção e intervenções não planejadas em ativos do pré e pós-sal, o que deve levar a resultados financeiros menores, enquanto os rendimentos continuam bons, diz XP.
Os analistas Regis Cardoso e Helena Kelm escrevem, em relatório, que esperam lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) de US$ 11,6 bilhões no segundo trimestre, uma queda de 7% em relação ao trimestre anterior, devido ao menor produção e menores preços dos derivados em dólares, ofuscando o aumento do Brent. O lucro líquido deve totalizar US$ 100 milhões, uma queda de 97% no trimestre, dizem.
Do ponto de vista do fluxo de caixa, dizem, a previsão é de US$ 3,7 bilhões, com rentabilidade trimestral de 4%), prejudicada pelas saídas de caixa decorrentes do acordo fiscal. Segundo analistas, os dividendos deverão totalizar US$ 2,7 bilhões, um rendimento trimestral de 3,2%, com base na política de dividendos.
XP tem recomendação de compra para Petrobráscom preço-alvo de R$ 45,10 para as ações preferenciais.
Os resultados operacionais de Petrobrás manteve-se robusto nos segundos trimestres, mesmo com a queda sequencial na produção devido aos efeitos de manutenção e campos maduros, diz Citi.
Os analistas Gabriel Barra e Andrés Cardona escrevem que os resultados financeiros da empresa deverão ser impactados pela menor produção e maiores custos de manutenção. A subida dos preços do petróleo deverá apenas ter efeitos compensatórios.
O banco destaca que o desempenho das refinarias foi bom, com taxa de utilização permanecendo acima de 90% e aumento nos volumes de produtos vendidos para o mercado interno.
O Citi tem uma recomendação neutra para Petrobráscom preço-alvo de US$ 15 para recibos de ações (ADRs) negociados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), potencial de alta de 5,8% em relação ao fechamento de ontem.
A Petrobrás reportou queda na produção no segundo trimestre na comparação trimestral, com aumento nas perdas com paradas programadas e manutenções, intervenções não planejadas em maquinários-chave nas plataformas de Búzios e nos campos do pós-sal, e deve reportar queda no lucro antes dos juros , impostos, depreciação e amortização (Ebitda), diz Itaú BBA.
Os analistas Monique Greco Natal, Eric de Mello e Bruna Amorim escrevem, em relatório, que as vendas de derivados de petróleo aumentaram em relação ao trimestre anterior, apesar da menor taxa de utilização das refinarias, enquanto as importações, principalmente de gasolina e diesel, diminuíram após altos volumes em trimestre anterior para reposição de estoques após paradas programadas.
Em relação aos resultados financeiros, dizem os analistas, o Petrobrás deve reportar Ebitda de US$ 9,4 bilhões no segundo trimestre, queda de 24% na base trimestral, reflexo do acordo com o Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) em junho. Excluindo esse efeito, a previsão é de um EBITDA ajustado de US$ 12,8 bilhões, dizem. A projeção é de pagamento de dividendos ordinários de US$ 2,1 bilhões no trimestre, o que implica um rendimento de 2,3%, concluem.
O Itaú BBA tem recomendação neutra para Petrobráscom preço-alvo de R$ 43 para as ações preferenciais e US$ 17,6 para recibos de ações (ADRs).
Um desempenho mais fraco da produção no segundo trimestre poderá pressionar os resultados financeiros e provocar uma revisão do consenso de mercado para o período, afirma Jefferies.
Os analistas Alejandro Demichelis e Pedro Baptista escrevem que a produção caiu 3% face ao primeiro trimestre devido à manutenção e aos efeitos dos campos maduros, o que deverá compensar os efeitos da subida dos preços do petróleo.
O banco destaca que o foco do investidor deve permanecer na estratégia de alocação de capital da empresa Petrobrás e seus efeitos nos dividendos, principalmente agora com a notícia envolvendo a compra de uma possível expansão para a Namíbia.
Jefferies tem uma recomendação neutra para Petrobráscom preço-alvo de US$ 17,70 para os recibos de ações (ADRs) negociados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), potencial de alta de 24,8% em relação ao fechamento de ontem.
Com informações do Valor PRO.
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