Sexta-feira (26) encerra a semana trazendo três temas importantes para os investidores: o equilíbrio do OK, inflação nas contas dos Estados Unidos e do Governo Central. Na noite de ontem (25), após o fechamento do mercado, a mineradora divulgou seus resultados e apresentou aumento de mais de 200% no lucro, o que pode animar o pregão de hoje. Mas outras revelações importantes também estão hoje no radar. Nos Estados Unidos, há o Índice de Preços de Consumo ao Consumidor (PCE) às 9h30 de Brasília. O indicador é um dos favoritos do Federal Reserve (Fed, banco central americano) para monitorar a inflação por lá. Além disso, às 10h30, há a divulgação das contas do Governo Central relativas ao mês de junho, que permanecem no radar depois de o mercado ter questionado a viabilidade do governo cumprir o quadro fiscal este ano.
A Vale anunciou ontem que encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de US$ 2,76 bilhões, o que representa um aumento de 210% em relação ao mesmo período de 2023.. Em reais, o lucro líquido da empresa cresceu 219% no segundo trimestre, para R$ 14,6 bilhões. O conselho de administração também aprovou o pagamento de R$ 8,9 bilhões em juros sobre capital próprio, o que representa R$ 2,09 por ação.
O resultado poderá impactar positivamente a bolsa hoje, principalmente porque a mineradora é uma das ações mais importantes do Ibovespa. Para quem não lembra, no primeiro trimestre o lucro da empresa havia caído 13%, o que deixou os investidores temerosos. Não à toa, até ontem as ações da empresa acumularam perdas de mais de 18% no ano.
Além da Vale, o que está no radar da agenda local nesta sexta-feira (26) são dados de contas públicas. Às 10h30 são divulgadas as contas do Governo Central relativas ao mês de junho. Ontem (25), a Receita Federal anunciou que o governo bateu novo recorde de arrecadação em junho.
Estes números são importantes porque ajudam a avaliar se é ou não viável para o governo cumprir o quadro fiscal este ano. Para quem não lembra, o governo divulgou nesta segunda-feira (22) a previsão de resultado de déficit primário de R$ 28,8 bilhões. Esse resultado está dentro do limite permitido pelo marco fiscal (cerca de R$ 28,8 bilhões de déficit neste ano), o que equivaleria a um resultado negativo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB). Essas previsões fazem parte do planejamento de receitas e despesas do governo federal. Ou seja, com base nessas projeções, o mercado calibra as expectativas de monitoramento das contas públicas. O panorama permite entender se é ou não viável para o governo cumprir a meta fiscal deste ano no quadro atual ou se novas medidas precisam ser tomadas para que a regra seja cumprida.
O cumprimento da meta, por sua vez, seria um sinal aos investidores de que tudo está indo bem, obrigado. Isso reduziria a percepção de risco e, portanto, os prêmios exigidos para investir no Brasil. Simplificando: contas públicas saudáveis atraem mais investidores. Se entrarem mais investidores, principalmente estrangeiros, a tendência é que a bolsa suba e o dólar caia.
Mas como uma virada positiva no mercado não depende apenas do Brasil, hoje os investidores também estão de olho nos dados dos Estados Unidos. Depois que o indicador de inflação PCE do segundo trimestre confirmou a desaceleração da inflação nos EUA, sai hoje o índice de junho, que será divulgado às 9h30 de Brasília. Se o indicador mostrar desaceleração da inflação, as expectativas de que o Fed comece a cortar os juros em setembro, com mais dois cortes até o final do ano, ganharão ainda mais força.
Recentemente, os membros do Fed, incluindo o presidente do Fed, Jerome Powell, têm indicado cada vez mais que um corte é iminente.. Então, o assunto continua no radar.
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