A Ministra da Igualdade Racial, Anielle Francoafirmou nesta terça-feira (23) que o governo lançará um conjunto de ações para combater a fome e a pobreza com foco nas mulheres. O programa será anunciado esta semana em parceria com o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, e prevê investimentos de R$ 320 milhões.
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“Esta semana lançaremos políticas de combate à fome e à pobreza com foco nas mulheres. Parceria com o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, com 26 ações e mais de R$ 320 milhões investidos”.
Anielle Franco falava na abertura do segundo dia da reunião dos ministros do Desenvolvimento do G20, grupo formado por 19 potências económicas mais a União Europeia e Africana. As reuniões desta terça discutirão o combate à desigualdade social e a cooperação trilateral.
Segundo o ministro, o novo plano de ação visa ampliar e aprimorar as políticas de igualdade racial no Brasil. Ela citou exemplos de outros programas governamentais que vão na mesma direção, como o Plano Vivent Juventude Negra, lançado em março de 2024, e a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola.
O ministro afirmou que os esforços visam consolidar a criação do 18º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), anunciado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na Assembleia Geral da ONU, no ano passado, para combater a discriminação étnico-racial .
“A adoção desse objetivo significa assumir como central o combate às desigualdades, especialmente em relação aos negros e indígenas, como estratégia de desenvolvimento sustentável”, disse. “Mas também sabemos que resolver um problema sistémico, estrutural e histórico não é tarefa apenas de um único ministério ou mesmo de um único país”, acrescentou.
Ainda na abertura da reunião, o Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieiraafirmou que o Brasil está comprometido em alcançar a igualdade étnico-racial.
“Num momento em que, lamentavelmente, assistimos a manifestações de racismo e discriminação, inclusive no esporte, o Brasil continua comprometido com a promoção da igualdade étnico-racial, que não é apenas um objetivo nobre, mas um imperativo para a construção de um mundo mais justo e inclusivo. e sustentável”, disse ele.
Ele destacou também que a erradicação da pobreza é prioridade absoluta para o Brasil e que a agenda do desenvolvimento sustentável se encontra em um momento dramático.
“Em 2023, atingimos a metade da Agenda 2030, mas não só estamos atrasados, como estamos mesmo a ficar para trás na consecução de muitos dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como a erradicação da pobreza e da fome. Por isso, a presidência brasileira do Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento do G20 priorizou a redução da desigualdade como eixo central”, afirmou.
Os ministros do desenvolvimento do G20 emitiram uma declaração conjunta reconhecendo que a desigualdade dentro e entre os países está na raiz da maioria dos desafios enfrentados pela Agenda 2030. Comprometem-se também a colocar o desenvolvimento sustentável no centro da agenda de cooperação internacional.
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