A postura já era esperada por analistas, que veem o comportamento como um momento de “esperar para ver”. A ideia é que o BCE sinta os efeitos desse primeiro corte na economia antes de tomar uma próxima decisão. Afinal, embora a inflação esteja longe da meta de 2% perseguida pelo BCE, os sinais são de que a subida dos preços está a abrandar.
No comunicado, porém, o comité de política monetária do BCE manteve um tom cauteloso. A autoridade monetária afirmou que manterá a política restritiva enquanto for necessário para que a inflação volte à meta de 2%.. No documento, o BCE afirma que as pressões inflacionistas internas ainda são elevadas, a inflação dos serviços é elevada, o que deixará a inflação acima da meta até meados de 2025.
No entanto, a autoridade monetária reconheceu que os dados recentes estão em linha com as expectativas do banco para a inflação a médio prazo. “Embora algumas métricas de inflação subjacente tenham subido em maio devido a fatores não recorrentes, a maioria dos indicadores permaneceu estável ou caiu em junho”, diz a nota.
Mesmo assim, o mercado espera indícios de que a autoridade monetária prepara um novo corte para a reunião de setembro, ao mesmo tempo que os analistas aguardam o primeiro corte nos Estados Unidos.
Quando as taxas de juros estão em patamares mais elevados em regiões e países considerados mais seguros, os investidores tendem a migrar ou manter seu capital alocado nesses mercados. Afinal, seus ativos de renda fixa passaram a oferecer maior rentabilidade, já que sua rentabilidade está atrelada à taxa de juros. Além disso, estes mercados ainda oferecem mais segurança do que os mercados emergentes, por exemplo.
Assim, ativos e mercados considerados mais arriscados (como o mercado acionário brasileiro) perdem atratividade. Mudança em detalhes: Por que um investidor arriscaria investir em ações brasileiras, por exemplo, se títulos públicos de países mais seguros oferecem um bom retorno?
Da mesma forma que, quando as taxas de juro caem nos países desenvolvidos, investidores podem buscar alternativas que ofereçam maior rentabilidade, mesmo que isso envolva um pouco mais de risco. Assim, mercados como o Brasil podem acabar sendo um destino.
Nos EUA, os dados mais recentes sobre emprego e inflação mostraram um arrefecimento. Assim, o mercado entendeu que há espaço para o Federal Reserve (Fed, banco central americano) reduzir os juros. Os próprios membros da autarquia, incluindo o presidente Jerome Powell, têm dado sinais de que uma queda está mais próxima do que o esperado.
Mesmo assim, é importante destacar que este ainda é um momento de altas taxas de juros no exterior. Portanto, esse “caminho” do dinheiro estrangeiro de volta ao Brasil pode levar algum tempo. E, claro, tudo depende também de como anda o cenário interno. Quanto mais títulos os investidores virem no país, mais atrativos serão os investimentos brasileiros.
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