Ó Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, retomando o movimento de alta registrado nas primeiras 11 sessões de julho. Em um dia de maior liquidez devido ao vencimento das opções de ações, o bom desempenho das ações dos bancos sustentou o índice, como as unit do Itaú PN e do BTG, que subiram 1,09% e 1,34%, respectivamente. De olho no exterior, o otimismo com a aproximação do ciclo de flexibilização monetária nos Estados Unidos também ajudou a impulsionar o mercado acionário brasileiro.
Ao final do dia, o índice subiu 0,26%, aos 129.450 pontos. Nas mínimas intradiárias, tocou 128.741 pontos e, nas máximas, 129.658 pontos. O volume financeiro negociado no pregão (até 17h55) foi de R$ 12,18 bilhões no Ibovespa e de R$ 35,45 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 caiu 1,39%, para 5,88 pontos, o Dow Jones fechou em alta de 0,59%, para 41.198 pontos e o Nasdaq perdeu 2,77%, para 17.996 pontos.
As ações que lideraram as altas da bolsa foram Usiminas PNA (+5,04%), após a BlackRock aumentar sua participação na empresa para 5,07% do total, e Ultrapar ON (+2,97%), após volatilidade das ações em um dia de alta futura. taxa de juros. Pela negativa ficaram CVC ON (-5,77%), após corrigir os ganhos recentes, e Assai ON (-3,24), após Goldman Sachs reduzir o preço-alvo da ação. Após a divulgação do relatório de vendas e produção, a Vale ON também caiu, 0,99%.
Mesmo após interromper ontem a sequência de altas, o Ibovespa tem horizonte positivo pela frente, afirma Gabriel Mollo, analista de investimentos do Banco Daycoval. Para ele, desde que os ruídos em torno da política fiscal no cenário doméstico sejam amenizados, o provável início dos cortes de juros na economia americana em setembro servirá de catalisador para o mercado acionário brasileiro.
“Talvez o mercado consiga lucrar no final desta semana, mas parece que o cenário positivo será este, com os dados de hoje que reforçaram a perspectiva de corte dos juros em setembro”, afirma.
O Livro Bege divulgado esta tarde mostrou que há maior equilíbrio entre inflação e mercado de trabalho. Além disso, declarações de responsáveis da Reserva Federal (Fed) de que dados recentes indicam uma aterragem suave da economia americana também reforçam a tese dos cortes em Setembro. Caso isso aconteça, o analista afirma que “o mercado deverá ver uma nova onda de altas buscando 135 mil pontos e, quem sabe, 150 mil pontos”.
“No ano passado, em dois meses, em outubro e novembro, o mercado subiu 20% e isso pode acontecer novamente. Foi um movimento que já esperávamos, que foi adiado à medida que a situação fiscal piorou, pois o governo começou a brigar muito com o Banco Central. Parece que a temperatura está caindo e é muito provável que essa recuperação aconteça”, acrescenta Mollo.
Em relatório, o JP Morgan destaca que o impulso para o Brasil avançar no mercado de ações será a flexibilização monetária americana e o retorno dos investimentos estrangeiros. Neste mês, houve fluxo positivo deste segmento de R$ 3 bilhões, o que indica o início de uma potencial reversão após os resgates expressivos no primeiro semestre.
“Taxas mais baixas nos EUA são favoráveis para os mercados emergentes, e um sinal positivo de entrada consistente de estrangeiros poderia encorajar os investidores locais a participar na recuperação. O posicionamento é leve, há dinheiro em caixa, o mercado continua barato e há muitas oportunidades em ações”, escrevem os analistas Emy Shayo Cherman, Cinthya M Mizuguchi e Pedro Martins Junior.
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