O Conselho Administrativo de Defesa Económica (Onde) pode continuar a investigação para saber se o Shoppings e outlets em geral estaria usando ONGs fachada ajuizar ações ambientais contra shopping centers concorrentes, a fim de atrasar ou impedir a construção de novos empreendimentos. O caso foi arquivado pela Superintendência Geral do Conselho no final de junho, mas o pedido de continuidade da investigação deverá ser apresentado por um dos vereadores, segundo a reportagem. Valor.
Um documento a que o jornal teve acesso solicita que a abertura da investigação seja decidida pelo Tribunal na primeira sessão de agosto. A investigação começou em fevereiro no Cade, com base em representação apresentada pelo Fundo de Investimento Imobiliário Gazit Malls.
A empresa alegou a ocorrência de suposta conduta anticompetitiva atribuída ao General Shopping Group (GGS), baseada na utilização de associações de fachada para ajuizamento de múltiplas ações judiciais. O objetivo das ações seria dificultar a entrada e o desenvolvimento de concorrentes no centro comercial e mercado outlet.
Gazit apontou o uso de estratégias anticompetitivas como litígio difamatório (litígio falso), lobby legislativo e a alegada criação de barreiras legais e regulamentares para os seus concorrentes. Isto seria feito através de associações civis sem fins lucrativos localizadas em Região Metropolitana de São Pauloquem iniciaria disputas legais.
Segundo a denúncia, haveria um “padrão de intervenção judicial focado em questionar empreendimentos imobiliários que pudessem concorrer com shopping centers e empreendimentos controlados pelo Grupo”. A área técnica arquivou o caso por “insuficiência de elementos probatórios”.
Documento ao qual o Valor teve acesso, assinado pelo conselheiro Gustavo Augusto, considera que há elementos que justificam a abertura de investigação formal sobre a acusação de litígio difamatório. O conselheiro destaca a propositura de diversas ações, supostamente baseadas em argumentos ambientais, mas que aparentemente não têm base legal – tanto que algumas delas foram julgadas improcedentes sem resolução de mérito ou julgadas totalmente improcedentes.
O documento aponta ainda que se trata de ações ambientais ajuizadas por associações e institutos desconhecidos, sem expressividade na área ambiental e sem relação direta com as respectivas atividades ou localização geográfica das associações e institutos autores das ações. Segundo o documento, todas as ações buscaram impedir ou retardar a construção de novos shoppings, todos localizados em áreas próximas aos shoppings do grupo General Shoppings.
O conselheiro submete o despacho à homologação do Plenário do Tribunal do Cade, indicando que deverá ser incluído na próxima sessão de julgamento, que será realizada em agosto. Caso o despacho seja homologado pelo Tribunal, a Superintendência-Geral deverá iniciar a investigação, notificar os investigados e tomar providências, dando continuidade à investigação.
Procurados, a empresa e o Cade não retornaram até o fechamento.
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