O carvão ficou de fora da lista de minerais tributados pelo Imposto Seletivoconhecido como “imposto sobre o pecado”, na versão preliminar do projeto que trata da regulamentação da reforma tributária. O texto-base deverá ir a votação nesta quarta-feira (10). O relator, Reginaldo Lopes (PT-MG), considera incluir em seu parecer final a previsão de que a alíquota do Imposto Seletivo a ser aplicada aos extração e produção de petróleo é um máximo de 0,25%.
O “imposto sobre o pecado” foi criado pela reforma para desencorajar o consumo de bens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A lista incluía, por exemplo, petróleo e gás natural.
O deputado Danilo Forte (União-CE) apresentou alteração para que o carvão também seja incluído no Imposto Seletivo. Segundo ele, o objetivo é dar “tratamento tributário mais adequado” ao minério, o que “cria problemas para os mineradores e para o meio ambiente”.
“A utilização do carvão mineral vai contra o desenvolvimento sustentável, a implementação de políticas que visam a utilização de energias limpas e renováveis, a recuperação de um ambiente equilibrado”, afirmou Forte.
“Para compensar tantos danos causados pela exploração e utilização do carvão mineral, é preciso impor a cobrança de um imposto seletivo. E é isso que estamos propondo agora e peço o apoio dos nobres pares”, acrescentou o deputado.
O imposto sobre o pecado também se aplicará a concursos de prognósticos (loterias, apostas e sorteios), “jogos de fantasia” (em que o jogador simula um time esportivo e ganha ou perde com base nos resultados do mundo real), aviões, barcos, cigarros e bebidas alcoólicas.
As armas foram deixadas de fora do imposto selectivo, apesar da pressão para a inclusão.
A mesma alteração proposta por Lopes para o petróleo foi feita para o minério de ferro. Contudo, o sector petrolífero não foi incluído no parecer apresentado na madrugada desta quarta-feira.
Representantes do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) chegaram ao local para pedir o mesmo tratamento. De acordo com Valor, o relator está avaliando os prós e os contras, antes de tomar a decisão. O novo relatório será divulgado ainda nesta quarta-feira.
Caso Lopes não atenda ao pedido, o PL apresentará destaque para tentar aprovar a mudança no plenário, após votação do texto-base do regulamento da reforma tributária.
Pelo texto apresentado pelo governo, petróleo e minério de ferro poderão ter alíquota de até 1% da Seletiva. O percentual exato será definido posteriormente em lei ordinária.
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