Os candidatos às polarizadas eleições legislativas da França fazem hoje os últimos esforços para atrair eleitores antes do segundo turno da votação, que acontece neste domingo (7), após uma campanha de três semanas marcada por discursos de ódio e violência.
Em entrevista ao “Cnews”, Marine Le Pen motivou os apoiantes da Reunião Nacional (RN) a irem às urnas no domingo, afirmando que o partido ainda tem “sérias hipóteses” de obter a maioria absoluta, apesar das sondagens indicarem que a maioria provavelmente no domingo que o partido não conquistará a maioria absoluta dos assentos.
“Temos sérias hipóteses de obter a maioria absoluta na Assembleia Nacional”, disse ela, acrescentando que as pesquisas sobre assentos não são uma ciência exacta.
Entretanto, o primeiro-ministro francês, Gabriel Attal, disse à “TF1” que o programa político do RN levaria à violência e que seria também uma catástrofe para a economia do país.
As tensões aumentam à medida que os partidos de extrema-esquerda e de centro tentam impedir que o RN obtenha uma maioria legislativa absoluta, o que permitiria a formação do primeiro governo de extrema-direita em França desde a ocupação nazi na Segunda Guerra Mundial.
O RN, liderado por Jordan Bardella, obteve a maioria dos votos no primeiro turno das eleições em 30 de junho, mas não o suficiente para reivindicar uma vitória geral. Como resultado, a aliança de partidos de extrema esquerda Nova Frente Popular (NFP), que ficou em segundo lugar, seguida pelo Juntos, a aliança centrista do presidente Emmanuel Macron, alinhou-se na semana passada para reduzir as chances da extrema direita.
Mais de 200 candidatos de esquerda e centro desistiram das disputas eleitorais em que terminaram em terceiro lugar para não dividir os votos dos eleitores anti-RN, incluindo 132 dos partidos NFP e 83 da aliança de Macron, nesta segunda volta.
Segundo o ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, as últimas semanas de campanha foram marcadas por ataques e violência, com registos de 51 ataques verbais e físicos contra candidatos, seus deputados ou seus apoiantes. Vários ataques foram “extremamente graves”, disse Darmanin numa entrevista à emissora francesa “BFM”.
Darmanin disse que 30 mil policiais seriam destacados no domingo, incluindo 5 mil na região de Paris, para garantir que os resultados eleitorais “sejam respeitados, sejam eles quais forem”. Afirmou também que as manifestações fora da Assembleia Nacional eram proibidas.
Muitas pessoas expressaram preocupação com o facto de o aumento do apoio dos eleitores ao RN anti-imigração ter feito com que as pessoas se sentissem mais confortáveis ao usar linguagem racista, xenófoba e anti-semita em público.
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