Recordista mundial dos 100m na categoria T11 (deficiência visual completa) supera limitações desde os 17 anos e, aos 42, busca completar a coleção paralímpica com ouro inédito FN1 inicia a série nesta terça-feira (27) contando a história de Jerusa dos Santos O futuro diz respeito à quinta participação nas Paraolimpíadas e à busca pelo ouro inédito nos Jogos, em breve em Paris. Porém, um alvo tão promissor, aos 42 anos, fez a velocista Jerusa Geber dos Santos relembrar detalhadamente o início difícil, que envolveu limitações físicas e o descrédito recebido no início no paradesporto – assista acima a reportagem sobre a série paralímpica, mostrada por Fronteira Notícias 1ª Edição. Nascida no Acre, a recordista mundial dos 100m rasos na categoria T11 começou a conviver com a cegueira aos 17 anos. Antes, processos cirúrgicos permitiam que ela convivesse com baixa visão desde o nascimento. + Jerusa e Gabriel chegam a Paris e visitam a Vila Paralímpica Jerusa dos Santos se aproxima da quinta participação nos Jogos Paralímpicos TV Fronteira / Reprodução A vontade de continuar no atletismo paralímpico esbarrou, entre outras dificuldades – como a necessidade de empréstimo de um atleta-guia para competir –, com 39kg e com pouca força nas pernas. O início foi repleto de dúvidas enquanto ela praticava o salto em distância em sua terra natal. Assim como as caixas de areia no início impediram seus saltos, a desvalorização pela qual passava fez com que ela tentasse aproveitar o ímpeto de Jerusa no esporte, mas não conseguiu. Mato Grosso seria o destino na tentativa de um cenário mais animador. Em plena preparação para os Jogos, Jerusa relembrou detalhes de um início cheio de dificuldades TV Fronteira / Reprodução Em Cuiabá, conheceu o atleta Luiz Henrique Barbosa da Silva. Os dois começaram, inicialmente, a partilhar as dificuldades que rodearam a sua carreira desportiva e a unir forças para as ultrapassar. Mais que um atleta-guia, ele se tornou o “amor” do velocista. Os dois estiveram juntos na primeira experiência paralímpica: Pequim, em 2008. – Falei com Deus. Se o Criador mandasse uma pessoa boa e magrinha (risos), eu voltaria a ser atleta-guia. Aí, uns 10 dias se passaram, meu ex-técnico ligou e disse: “Luiz, tem uma menina do Acre, Jerusa, ela quer treinar. E eu falei: “Não sei quem é Jerusa.” E ele disse: Don você não lembra? Um magrelo” (risos) – disse Luiz. – Conseguimos o bronze nos 200m, nem sonhávamos que conseguiríamos, pois a melhor chance foi nos 100m. E lá deixei a melhor marca da minha vida – lembrou Jerusa sobre sua primeira participação nos Jogos. Depois, em busca de mais estrutura, Jerusa e Luiz mudaram-se para Presidente Prudente. A sequência reuniu bons momentos, por exemplo, os Jogos de Londres, em 2012. Por outro lado, episódios de maior desafio, como após os Jogos do Rio, em 2016. O companheirismo entre Jerusa e Luiz saiu das pistas logo no início dos Jogos do Rio, em 2016. Parceria TV Fronteira/Reprodução Uma corda guia quebrada nos Jogos de Tóquio, em 2021, fez com que a contagem de pódios nas Paraolimpíadas, hoje, resultasse em duas pratas e dois bronzes. O prudente velocista Gabriel Garcia, na Jerusa Team desde as mudanças após a frustração de 2016, continua ao lado do para-atleta e do treinador na missão de alcançar o objetivo de ouro, que poderá vir a coroar toda a trajetória de superação. – Não vou dizer que estou tranquilo. Sempre existe aquela responsabilidade, aquele peso nos ombros, de chegar na corrida como favorito. Tento esconder ao máximo minha ansiedade, não demonstro tanto, mas é claro que meu coração está acelerado por dentro – revelou Jerusa. A estreia será na segunda-feira (2), nas eliminatórias dos 100m T11. *Bruna Bachega, Dablio Jordani, João Victor Fernandes, Luciano Silva, Marcela Castilhos, Murilo Zara, Pablo Henrique e Vanessa Vilche Em 2019, Jerusa foi o primeiro atleta totalmente cego a correr os 100m sub 12 TV Fronteira/Reprodução + Clique e confira ge as novidades das Paraolimpíadas + ge.globo/tvfronteira traz para você as novidades do esporte no Oeste de São Paulo
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