O Tricolor vem de seis derrotas consecutivas na competição e fará duelo de “seis pontos” na noite desta quarta-feira, em Goiânia, contra o Atlético-GO, atualmente sem treinador. A crise no Grêmio foi revelada após a derrota no Gre-Nal – a sétima em nove rodadas do Campeonato Brasileiro. O ambiente é turbulento e a pressão externa aumenta em níveis exponenciais. O próximo jogo será contra um rival direto na luta contra o rebaixamento e aumenta a tensão nos bastidores do clube antes do retorno ao Rio Grande do Sul. O Grêmio entende os riscos do rebaixamento no Brasileirão? + Veja como ajudar as vítimas das enchentes no RS + Olá torcedores tricolores! ge Grêmio está no WhatsApp! O Tricolor perdeu consecutivamente para Bahia, Bragantino, Flamengo, Botafogo, Fortaleza e Inter. A sequência atual iguala a marca negativa de 2004 e o início não é pior que a campanha de 2021. Por coincidência, o time gaúcho caiu para a Série B nas duas temporadas. Afinal, o que explicaria o mau momento da equipe de Renato Portaluppi na competição? ge apresenta motivos que ajudam a decifrar a situação perigosa em que o Grêmio se encontra nesta temporada. Grupo curto Renato admite que tem poucas opções no elenco. O cenário se agrava quando o Grêmio perde três titulares indiscutíveis no meio da maratona: Villasanti e Soteldo, convocados, e Diego Costa, lesionado. A maior prova da insuficiência do elenco foi exposta pelo treinador nos minutos finais do Gre-Nal. O disputado zagueiro Rodrigo Ely ocupou o lugar de Dodi para atuar como centroavante por ser um “excelente cabeceador”, segundo justificativa de Portaluppi. Às vezes, a falta de opções leva você a essa sequência negativa. Renato Portaluppi expôs o grupo gremista? Leia também: + Grêmio volta a treinar em seu CT esta semana + Presidente diz que não teme rebaixamento no Brasileirão Há titulares e reservas contestados por torcedores e imprensa. Marchesín, Caíque, Ely, Fábio, Reinaldo, Carballo, Du Queiroz, Nathan, Galdino e JP Galvão são alguns dos que sofrem críticas. Internamente, o clube reconhece que precisará ter uma janela forte para reforçar o grupo. – Sofremos com falta de peças em algumas posições. Chega um clássico e tenho que colocar um zagueiro na frente. Fui tentando com o Galvão, todo mundo estava criticando, tentei improvisar. Às vezes olho para o lado e ou improviso ou não mudo – argumentou Renato. Pior ataque Pior ataque do brasileiro, a equipe marcou seis gols em nove rodadas, média de 0,66. Apenas em uma ocasião marcou mais de um gol no mesmo jogo – na vitória por 2 a 0 sobre o Athletico. Nas demais, marcou um contra Vasco, Cuiabá, Flamengo e Botafogo e saiu vazio contra Bahia, Bragantino, Fortaleza e Inter. Sem Diego Costa, a posição virou uma dor de cabeça. O JP Galvão nunca respondeu – três gols, todos no Gauchão, em 43 partidas pelo clube. A solução encontrada para o clássico foi improvisar Galdino, com atuação sem brilho. João Pedro Galvão nos treinos do Grêmio Luis Eduardo Muniz/Grêmio FBPA Os gols no Campeonato Brasileiro foram marcados por Cristaldo, duas vezes, Soteldo, Gustavo Nunes, Edenilson e Gustavo Martins. Apenas dois gols foram marcados pelos atacantes. – Às vezes eles criam e não atiram. Às vezes eles não criam muito e chutam. Nossos atacantes têm essas características de gostar mais de criar do que de chutar – disse o treinador. Rodízio no gol e mesmo esquema O rodízio entre goleiros e a falta de definição de um titular para a posição têm gerado desconforto e desconforto internamente, segundo relatos de fontes ao ge. Marchesín, Caíque e Rafael Cabral jogaram pelo menos uma vez nos últimos cinco jogos. O argentino deve permanecer no alvo. Outro ponto é a insistência no mesmo esquema, com dois volantes, um volante, dois pontas e um centroavante. Por enquanto, Renato não apresentou variações táticas ou tentativas de mudar sua forma de jogar. A equipe cede espaços no meio e convive com falhas defensivas. Renato Portaluppi deve deixar o Grêmio? Esgotamento físico e emocional Desde a retomada após as enchentes no Rio Grande do Sul, o Tricolor disputou oito partidas em 24 dias, média exata de uma partida a cada três dias. O cansaço dos atletas é inquestionável. A maratona continua com dois duelos por semana: Atlético-GO, em Goiânia, e Fluminense, em Caxias. O Grêmio só conseguiu resultados na Libertadores quando jogou na corda bamba. Goleou o The Strongest, venceu o Huachipato e empatou com o Estudiantes. No Campeonato Brasileiro ainda não mostrou forças para repetir a mobilização do torneio continental. O treinador defende que os atletas “não veem os familiares há 40 dias”, embora familiares tenham viajado com alguns atletas. A combinação de fatores é mais um ponto que influencia o comportamento e o desempenho em campo. – Faz 40 dias que não vemos nossa família. Isso não diz nada? Venha trabalhar aqui o aspecto psicológico deles, sem ver a família. Eles não sentem apenas falta da família, eles sentem as derrotas. Eles são humanos. Eles sabem da sua responsabilidade – destacou Renato. “Grêmio precisa de respostas, alguém tem que cair”, diz Queki | Voz da Torcida Escolhas logísticas questionáveis Jogar fora da Arena, sem dúvidas, é um dos fatores determinantes para o mau momento. Não é surpresa que as únicas vitórias da equipa no campeonato tenham acontecido no estádio. A questão que levanta dúvidas é por que o Grêmio ainda não voltou ao RS para treinar e jogar. Para efeito de comparação, o Inter enfrenta o mesmo cenário, ocupa a sétima colocação na tabela e tem realizado atividades em solo gaúcho, além de receber jogos em locais mais próximos de casa, como Criciúma e Florianópolis. O time itinerante do Grêmio Lucas Uebel/Grêmio FBPA Tricolor passou ao retornar ao Sul para viagens mais curtas entre uma rodada e outra. A escolha de Cariacica foi criticada. Os visitantes do Botafogo foram maioria no Kleber Andrade. A torcida gremista foi vaiada a cada toque de bola. A escolha de permanecer em Curitiba após o Gre-Nal também gerou dúvidas. Houve muito tempo para voltar, aproveitar o tempo com a família e treinar. O CT Luiz Carvalho já está pronto para receber o grupo, segundo relatos do presidente Alberto Guerra. A delegação segue do Paraná para Goiás na tarde desta terça-feira. Discurso conformista Entre tantas frases e justificativas, Renato Portaluppi chegou a dizer que as dificuldades “vai ser assim durante todo o primeiro turno”, além do folclórico “vai decolar” e “não deu sorte” . O risco de rebaixamento foi minimizado nas recentes manifestações de Guerra. Na prática, o Grêmio é o 19º colocado com seis pontos. A falta de um discurso enérgico para apontar problemas e soluções preocupa os torcedores. A cada novo tropeço, a pressão aumentará cada vez mais sobre o trabalho do departamento de futebol. Os diretores Antônio Brum e Luís Vagner Vivian estão em xeque. Nem passa pela minha cabeça (risco de rebaixamento). Renato Portaluppi lamenta derrotas e garante que o Grêmio sairá da situação atual. O Grêmio sabe da importância de somar pontos diante do Atlético-GO, nesta quarta-feira, em Goiânia. O confronto é direto. O rival tem mais três pontos e está em 16º. Depois, finalmente, o time retornará ao RS para uma série de jogos em Caxias, o que motiva e dá esperança de reação no evento. Ouça o podcast do ge Grêmio + Assista: tudo sobre o Grêmio no ge e na TV
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