Maya Joint, que é americana mas compete pela Austrália, venceu o jogo da 1ª rodada, mas só conseguiu levar 7% do prêmio. Ela é atleta da NCAA, que tem regra de limite de prêmios. A tenista Maya Joint viveu uma história inusitada em sua curta participação no US Open 2024. Nascida nos Estados Unidos, a competidora australiana estreou com vitória sobre a alemã Laura Siegemund nesta segunda-feira. justo. Até agora tudo bem. Acontece que a jovem de 18 anos não conseguiu receber a totalidade do prêmio de US$ 140 mil (o equivalente a R$ 779 mil na cotação atual), dado pela classificação – ela acabou embolsando apenas 7% do valor. o valor. + Bia Haddad vence com facilidade na estreia em duplas do US Open + US Open: tenista tcheca acerta nado costas e faz “jogada do ano”; vídeo Maya Joint em seu jogo na 2ª rodada do US Open REUTERS/Eduardo Munoz Por ser atleta da NCAA (National Collegiate Athletic Association), Maya deve cumprir regra da entidade, que estabelece um fundo de premiação para seus associados – Atualmente, tenistas universitários só podem embolsar até US$ 10 mil (R$ 55 mil) por ano em prêmios. Nesta quarta-feira, a australiana disputou sua segunda partida no torneio de simples e acabou eliminada. Após a derrota para a americana Madison Keys, ela falou sobre o episódio constrangedor. – É muito complicado. Como atleta universitário, você pode pegar o dinheiro do torneio, mas tem que fazer despesas até o final do ano. Então é diferente de amador para universitário – disse ao site Front Office Sports. Apesar do consentimento do atleta, a norma que impedia Maya de receber o prêmio virou alvo de disputa judicial por outro integrante da NCAA. Em março, a atleta Reese Brantmeier entrou com uma ação judicial por episódio semelhante e ganhou US$ 50 mil (R$ 278 mil) da Associação de Tênis dos Estados Unidos por sua atuação no US Open de 2021. A australiana retomará sua carreira universitária após o US Open REUTERS/ Eduardo Munoz Na época, ela ainda não era elegível em seu primeiro ano na Carolina do Norte porque a NCAA considerou algumas de suas despesas desnecessárias. Ela disse que não estava autorizada a jogar até fazer uma doação de US$ 5.100 para uma instituição de caridade. Entre outras soluções, ela está buscando que a NCAA seja impedida de restringir prêmios em dinheiro, o que poderia mudar a situação do Maya Joint. Isso ocorre porque o processo de Reese Brantmeier ainda está tramitando nos tribunais. Em 2 de julho, os advogados de Brantmeier solicitaram uma liminar que impediria temporariamente a NCAA de aplicar qualquer uma de suas restrições a prêmios em dinheiro. Se essa liminar fosse concedida, Joint estaria livre para pegar qualquer dinheiro que ganhasse no Aberto dos Estados Unidos e ainda jogar pelo Texas, sua universidade. Joint foi um dos dois atletas universitários que entraram com ações judiciais apoiando o pedido de liminar de Brantmeier. Um juiz do Tribunal Distrital da Carolina do Norte ouviu o caso de Brantmeier para impedir as regras de premiação em dinheiro da NCAA no mês passado, mas ainda não decidiu. Bia Haddad comenta vitória na estreia nas duplas femininas com Siegemund no US Open Procurada pela Front Office Sports, porta-vozes do US Open e da seleção feminina de tênis do Texas ainda não se manifestaram. Apesar de toda a polêmica, Joint afirma que está bem e que buscou orientação dos pais e de um escritório de advocacia do Texas. Ela retorna para Austin nos próximos dias. – Se eu for para a faculdade, posso conseguir minha vaga de bolsa. “Se entretanto decidir profissionalizar-me, posso sempre voltar com uma bolsa, o que é muito importante”, concluiu.
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