O Leão tem sido apenas uma caricatura do bom time deste início de Campeonato Brasileiro; A melhoria necessária passa por não perder o carácter da equipa enquanto recupera jogadores lesionados e espera por reforços na janela. O Sport tem lidado com vários desfalques e isso tem prejudicado a possibilidade de maior regularidade na Série B, mas não é só isso que tem prejudicado as suas atuações. A equipa tem tido algumas dificuldades que vão além deste aspecto. + Clique aqui para acompanhar o novo canal do ge Sport no WhatsApp + Veja mais novidades do Sport no ge Séries B e C: Sport e Náutico entram em campo no domingo. Começando com as duas “entregas” da dupla defensiva. Contra o Novorizontino, Alisson Cassiano marcou um gol contra bizarro, logo aos poucos segundos de jogo, sem que o adversário sequer tocasse na bola. Na rodada seguinte, contra o Botafogo-SP, aos seis minutos do primeiro tempo, Castán tenta driblar o atacante, perto de sua área, comete erro grave, é desarmado e o time sofre mais um gol. Esses dois erros comprometeram as chances do Sport nos jogos, mas também não foram o motivo definitivo das duas derrotas. Botafogo-SP 1 x 1 Esporte | Melhores momentos | 13ª Rodada | Série B 2024 É necessário um olhar mais amplo para entender essa oscilação. O Sport atravessa o seu pior momento da temporada, pouco criativo, menos organizado, sem forças para reagir nos jogos e com uma marcação mais frouxa. Os gols sofridos por erros graves da sua defesa machucam muito, mas o problema que precisa ser corrigido com urgência é o desempenho geral. Os erros individuais são contextualizados nas partidas, mas só se agravam se a equipe não mostrar virtudes. E foi isso que aconteceu. Alisson Cassiano, pela direita, cometeu erro de gol contra contra o Novorizontino Marlon Costa/Pernambuco Press No nível de atuação que o Sport estava tendo há algumas semanas, perder esses dois jogos não seria uma sentença de derrota, mas a incapacidade ao jogo demonstrado, acabou condenando a equipe. As muitas ausências são um ponto fundamental para a queda de rendimento, não é justo fechar os olhos para esta fragmentação do elenco, é fácil perceber que, claro, este fator tem ligação direta com esta queda. O Sport teve um fluxo de bola muito bem treinado e perdeu três protagonistas daquela fase do jogo: Rafael Thyere, Pedro Lima e Felipinho. Thyere ofereceu um passe muito mais qualificado do que seu substituto Alisson Cassiano. Mariano Soso, técnico do Sport Paulo Paiva/Sport Recife Pedro Lima e Felipinho entregam muita força física para ajudar na construção inicial, mas também para se projetar no ataque e acumular jogadores nas duas faixas do campo. A fase inicial das jogadas é fundamental para um time funcionar no futebol atual e o Sport fez isso muito bem. Obrigou o adversário a se espalhar em campo, induziu movimentos laterais que acabaram desorganizando sua marcação e criando espaços para o setor de ataque rubro-negro. Associado a uma transição ofensiva mais rápida, tornou o time rubro-negro mais perigoso. A marcação alta e a perda de pressão também sofreram duro com as saídas de Allan Ruiz e Romarinho. Dois jogadores muito combativos tentando recuperar a posse de bola. E essa virtude foi a qualidade mais impactante no jogo do Sport. Pedro Lima disputou seu último jogo pelo Sport contra o Paysandu, pela Série B Marlon Costa/Pernambuco Press. Foram essas duas atitudes que impulsionaram o desempenho e mantiveram o time rubro-negro no campo de ataque, sufocando o adversário, forçando erros e contra-ataques. atacar a partir de uma recuperação de bola mais próxima da área inimiga e com o time rival desorganizado em sua defesa. Além dessas características perdidas com essas ausências, é óbvio que o talento, a habilidade, a técnica e a química desses jogadores que saíram proporcionaram um aumento maior na qualidade de jogo da equipe em comparação aos reservas que assumiram funções de destaque na equipe. Nestas rodadas mais recentes, o Sport foi apenas uma caricatura do que estava se tornando semanas atrás. Vale ressaltar que a equipe não vence há três rodadas, mas o bom desempenho não é visto há muito tempo. Série B: O Sport enfrenta o Guarani, no domingo. A diferença é que nos jogos anteriores as atuações foram inconsistentes, com altos e baixos, enquanto nos dois jogos mais recentes houve atuações ruins, com uma equipe perdendo qualidades. A perda de jogadores importantes influencia a oscilação desta equipe, mas poderíamos ter jogado melhor, sido mais combativos e mostrado mais reação nos jogos. É aí que entra o foco nas escolhas do treinador. Apesar de apreciar muito o trabalho de Mariano Soso e ser um entusiasta de sua coragem, percebendo que suas ideias são mais trabalhosas e podem trazer grandes benefícios futuros ao clube, não é possível ignorar algumas divergências sobre algumas de suas decisões neste período de seca. . As escolhas ousadas de Sossó são muito bem-vindas, sua inquietação e busca por ideias renovadas são admiráveis, mas ele não precisa sair do lugar-comum a cada jogo, não precisa tentar ser brilhante em cada decisão que toma. Mariano Soso, técnico do Sport Marlon Costa/Pernambuco Press Um bom treinador simplifica suas escolhas, mesmo quando elas parecem menos compreensíveis. E definitivamente não foi isso que Sossó escolheu fazer. Empilhar atacantes e desfigurar o meio-campo geralmente não é uma boa ideia, é preciso encontrar o equilíbrio, sendo inclusive corajoso nas escalações titulares ou nas substituições. Buscar alternativas para um time titular é diferente de descaracterizar o time. Caso haja algum problema a ser resolvido, por ausência de jogadores, é preciso encontrar atalhos e não correr o risco de criar novas adversidades ou trilhar caminhos desconhecidos. Até para não aumentar a possibilidade de criar novos problemas em vez de resolver os já existentes. Wolerhampton anuncia Pedro Lima e Sport detalha venda A tentativa de aumentar a versatilidade dos jogadores é grande, mas quando se tornam pequenos ajustes para adequar seu jogo de acordo com as características de cada adversário. Quando essas adaptações acontecem em grande escala, numa equipe já corrompida pelas ausências, há mais risco de errar do que de corrigir. O período entre o último jogo e o confronto contra o Guarani pode ter sido fundamental. Mariano Soso já demonstrou grande competência e, com mais tempo, é possível que consiga corrigir minimamente estes defeitos, mas, a longo prazo, pensando novamente num Sport fortalecido, é necessário recuperar os jogadores lesionados e use muito bem a janela de transferência para reforçar verdadeiramente o seu elenco. A equipe que parecia caminhar em uma tarde ensolarada há algumas semanas, não percebeu a formação de nuvens e se viu no meio de uma chuva torrencial. Lucas Lima e Tití Ortiz recebem orientação de treino do Sport Paulo Paiva/Sport Recife. A receita para voltar aos trilhos é buscar soluções mais consistentes e simples, que facilitem o entendimento dos atletas, sem perder tempo com testes ou teses. Recupere sua competitividade, aprenda a priorizar a marcação em determinados momentos; fortalece a bola parada ofensiva que pode ser decisiva no resultado final; aposta numa escalação mais habitual, para criar atalhos táticos. Este não é o momento de voltar a jogar um futebol charmoso. Este é o momento em que a equipe precisa competir e voltar a vencer para recuperar a confiança e melhorar o aproveitamento dos pontos. Você não precisa ser um gênio, apenas seja um humano comum e procure um abrigo seguro para escapar da tempestade até o sol nascer novamente. Ouça o podcast Embolada Assista: tudo sobre Esporte no ge, Globo e sportv
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