Com baixa visão, atleta de 12 anos conta com apoio da família e de uma equipe prudente no início da vida esportiva, alcança conquistas e diz o que espera do futuro FN1 exibiu neste sábado a quinta reportagem da série Paralímpica ( 31) Por trás do sucesso dos atletas existe um grupo de pessoas que colaboram direta ou indiretamente. Normalmente, essa “turma do bem” é formada por familiares, treinadores e amigos. Ter o apoio de quem está próximo também faz diferença na vida de quem está começando, como é o caso da nadadora Gabriela Lucas Martins. A adolescente de 12 anos e sua rede de apoio participaram da quinta e última reportagem da série Paralímpicos, do Fronteira Notícias 1ª Edição (assista acima). Série Paralímpica: + Trajetória da Seleção Jerusa até os Jogos de Paris + Trajetória de Vinícius Rodrigues até os Jogos de Paris + Trajetória de Eduardo Pereira até os Jogos de Paris + Atletas do Oeste Paulista almejam as Paraolimpíadas de 2028 Ela nada há alguns meses. O incentivo tem ajudado a adolescente a acreditar no próprio potencial e, consequentemente, a multiplicar as braçadas nas aulas da Associação Paradesportiva do Oeste Paulista (Apop) – projeto em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes (Semepp). – Cheguei aqui, não sabia de nada, e nos conhecemos para saber em que piscina ia ser, em que local ia ser, e conheci os professores. Foi muito legal. Gabi cresce no esporte em poucos meses TV Fronteira/Reprodução Nas primeiras vezes, Gabi entrou na água em uma piscina menor e mais rasa, com apenas trinta centímetros de profundidade. Cerca de dois meses depois, o empreendimento tornou o espaço inicial pequeno. Foi então necessário deslocar as atividades para um local com medidas oficiais (50m de largura e mais de 2m de profundidade). A nova realidade gerou medo na família. – Foi um pouco preocupante, porque a piscina tem 2,10m de profundidade. Não há mãe que não assuste. No começo fiquei apreensiva, brinquei: “Professora, cuida dela, porque senão tem que salvar duas” – disse Ângela Cristina Lucas Martins. – Ela estava nervosa, apreensiva, mas a professora a tranquilizou, disse que se ele estava tentando me colocar ali era porque tinha confiança em mim – lembrou a adolescente. – E ela conseguiu, correu muito bem. No primeiro dia ela ficou encantada e foi nadar. Ela não conseguiu fazer os 50m, ela fez 15m, porque a piscina é mais pesada, ela não aguenta, então ela segurou na raia. E hoje ela nada 1000m, 1500m por treino – comemorou o técnico Luiz Antônio de Campos Filho. Técnico orienta adolescente de 12 anos TV Fronteira/Reprodução A evolução exemplifica as explicações da psicóloga clínica e esportiva, Nancy Andrade, sobre a importância da rede de apoio. Mesmo com compromissos, como os profissionais, a família dá um jeito de levar Gabi aos treinos e, agora, acompanhá-la também nas competições. E não apenas nessas atividades. O adolescente frequenta a Associação dos Cegos e é atleta de goalball, uma das modalidades dos Jogos Paralímpicos (descubra). Segundo a mãe, Gabi tem baixa visão, cerca de 10% em cada olho, devido à coriorretinite bilateral – processo inflamatório que envolve estruturas oculares. Foi adquirida por toxoplasmose, causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados durante a gravidez. – Muitas famílias colocam os filhos, principalmente as crianças, numa caixa, e isso acaba gerando mais insegurança, porque quando eles mesmos tiverem que fazer, não vão conseguir, não vão saber fazer. É importante que a família demonstre essa independência ao atleta, ser humano – disse Nancy Andrade. – Tentamos transmitir que ela pode fazer tudo. Criamos a Gabi dessa forma. Apesar da dificuldade de visão, nada é impossível. Em tudo vamos sempre tentar fazer o melhor, nos adaptar, para que ela consiga – disse Ângela. Nadadora conta com o apoio dos pais Renato e Ângela TV Fronteira / Reprodução Com tanto apoio, os sonhos vão longe. A ativa Gabi quer competir muito, quem sabe ganhar medalhas e até ir às Paraolimpíadas. E o mais importante de tudo: seja feliz. – Tentarei me acalmar em todos os momentos, porque cada dia será um desafio novo, mas ficarei muito feliz. *Bruna Bachega, João Victor Fernandes, Juliano Pedro, Marcela Castilhos, Marianne Santana, Murilo Zara, Pablo Henrique e Vanessa Vilche + Clique e confira as novidades das Paraolimpíadas no ge + Ge.globo/tvfronteira traz para você as novidades do esporte no Oeste de São Paulo
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