Andrew Parsons também comentou sobre o forte investimento da cidade de Paris em acessibilidade para atletas e espectadores CPB apresenta campanha “Mais que vencedores: Brasileiros” para os Jogos Paralímpicos Falta menos de um mês para o início dos Jogos Paralímpicos e os organizadores do evento já começam a se preparar receber atletas de todo o mundo. A partir do dia 28 de agosto, o Brasil irá para a capital francesa com 254 atletas com deficiência em 20 modalidades esportivas. Em entrevista exclusiva com o presidente do Comitê Paralímpico Internacional, Andrew Parsons comentou à equipe da Globo que tem grandes expectativas para os brasileiros na competição e espera resultados históricos na França. – Serão os Jogos Paraolímpicos mais espetaculares da história. Viemos de Jogos Olímpicos de sucesso, de um clima incrível na cidade. E essa energia continuará nos Jogos Paralímpicos. Então, as instalações são sensacionais. O esporte paralímpico está melhor do que nunca, alcançando 165 países. Será uma festa incrível e linda. E realmente em relação ao Brasil, meu palpite é que será a melhor campanha da história. – analisou Andrew Parsons. Andrew Parsons encerra as Paraolimpíadas de Inverno de Pequim REUTERS/Peter Cziborra Embora os Jogos Olímpicos tenham proporcionado grandes momentos esportivos para o mundo inteiro, quem passou por Paris enfrentou alguns problemas no metrô. E, com os Jogos Paralímpicos batendo à porta, surge a preocupação com o nível de acessibilidade para pessoas com deficiência durante as competições. O presidente do Comitê Paralímpico Internacional afirmou que a cidade está preparada para receber todos os espectadores. – A cidade de Paris decidiu investir no legado através de uma série de iniciativas. Entendemos a frustração do metrô, ele realmente não tem um bom nível de acessibilidade. No entanto, foram investidos 125 milhões de euros para tornar acessíveis os transportes de superfície. Então, você está em uma cidade onde 100% dos ônibus são acessíveis. Houve uma decisão, há sete anos, de investir. Há uma questão relativa de custo, mas uma questão de legislação. Em Paris você não pode apenas tornar algumas estações acessíveis, você tem que fazer as linhas inteiras. Isso aumentaria o custo para trilhões. Então, houve essa decisão de investir no transporte de superfície – explicou André. Andrew Parsons acredita que o Brasil terá o maior desempenho da história nas Paraolimpíadas Erica Hideshima Quando os Jogos Olímpicos terminarem, a cidade começará a se preparar para as Paraolimpíadas. Os estádios vão retocar alguns pontos para facilitar a entrada e permanência de jogadores e torcedores com deficiência. – As arenas têm dois aspectos. Um deles são os atletas, obviamente. Todos os nossos atletas têm algum tipo de deficiência e obviamente são projetados e há um momento de transição. Então, nesta semana entre os Jogos Olímpicos e Paralímpicos você tem uma série de intervenções nas arenas, mas também para os espectadores. Esperamos um número maior de espectadores com deficiência nas Paraolimpíadas, mas também os esperamos nas Olimpíadas. Existem serviços de acessibilidade, serviços para espectadores com deficiência. Isso funcionou bem. Claro que a cidade tem seus aspectos, como falamos do metrô, mas em termos de acessibilidade para os jogos tem sido de alto nível – completou Andrew Parsons.
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