Medalhista de bronze em Paris, paraibano, começou no esporte aos sete anos, mesmo sem o aval da mãe: “Ele nunca assistiu uma das minhas lutas” É bronze! Assista à participação do atleta de taekwondo Edival Pontes no Ça Vá Paris Não se faz medalhista olímpico da noite para o dia. E no caso do brasileiro Edival Pontes, o Netinho, bronze em Paris, sua relação com o taekwondo começou aos sete anos. Tendo como uma das primeiras inspirações o videogame Mortal Kombat. + Confira o quadro de medalhas dos jogos de Paris + Veja o calendário olímpico Edival Pontes, medalhista de bronze do taekwondo nas Olimpíadas de Paris REUTERS – Quando eu tinha sete anos, descobri o taekwondo. Um amigo da minha rua tinha um Nintendo (videogame) e eu fui lá. Eu deveria jogar Mortal Kombat. E seu pai era instrutor de taekwondo. Então ele me ligou. Meu pai sempre gostou de jogar bola, mas eu disse a ele que gostava de lutar – lembra Netinho, hoje com 26 anos. + Netinho teve que superar a morte do pai e as acusações de doping antes de conquistar o bronze em Paris. Mas não antes de um pedido. “Ele só me pediu para não usar (taekwondo) na rua, e eu nunca usei. ‘ Eles estavam zombando de mim e eu não pude fazer nada”, disse Netinho, em entrevista ao programa esportivo Ça Va Paris. Edival Pontes recebe medalha de bronze no taekwondo nos Jogos Olímpicos de Paris Porém, nem todos da família aceitaram tão bem a entrada de Netinho no taekwondo. É o caso da mãe dele, Eridan, que até hoje nunca viu o filho, hoje medalhista olímpico, lutar + Confira o quadro de medalhas dos jogos de Paris + Clique e acesse a programação olímpica – Minha mãe é oração. e joelho no chão. Isso é o que ela pode fazer. Ela está enlouquecendo desde que comecei no taekwondo, quando tinha sete anos. Ela sempre brigava com meu pai e dizia: ‘Você vai levar um chute na cabeça desse menino. louco! – lembrou ele, com bom humor. “Acho que ela nunca me viu lutar. Mas o joelho no chão, e ela orando por mim, está tudo bem. Está funcionando”, brincou. Polo Edival Pontes x Javier Perez | Melhores momentos | Taekwondo | Futuro dos Jogos Paris 2024 Com a medalha olímpica já conquistada, a terceira do Brasil no taekwondo, Netinho espera que o esporte ganhe mais fôlego no país. Principalmente na Paraíba, seu estado natal. – A partir do momento em que entrei duas vezes na reserva juvenil, aos 16 anos, meu pai perguntou se era isso que eu queria para minha vida e eu disse que era. Era hora de superar a saudade da minha mãe e da minha irmã e procurar um centro de treinamento, um estado com boas oportunidades. Infelizmente no Nordeste é meio difícil conseguir esse apoio – disse o atleta, que treinou em Brasília e no interior de São Paulo. Paulo. – Na minha opinião, esse era o objetivo. Eu disse a todos que precisava ganhar uma medalha olímpica para que as crianças não sofressem o que eu sofri. Temos muitos talentos perdidos por aí no Brasil – acrescentou Edival Pontes, tirando uma selfie. no pódio nas Olimpíadas de Paris REUTERS
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