Em campo, o atacante Elivelton Borges tenta retomar a boa forma e os gols no retorno a Portugal após jogar futebol em Moçambique. A tentativa não surtiu o efeito esperado dentro de campo, mas os meses passados no continente africano deram ao atacante Elivelton Borges muita experiência para projetos de futuro fora de campo. De volta ao futebol português, o atleta de Martinópolis busca retomar a boa forma. Elivelton Borges deu detalhes de sua experiência em meio às dificuldades de Moçambique. Na Europa de 2018 a 2023, o jogador decidiu inovar e vivenciar novas oportunidades no início deste ano. A escolha foi jogar em Moçambique, no Ferroviário da Beira, atual campeão e um dos clubes locais mais populares. Apesar dos avanços nas últimas temporadas, o país, localizado no sul do continente e com mais de 30 milhões de habitantes, continua entre os piores no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Saiu de uma guerra civil em meados dos anos 90, depois de quase 20 anos. Sem a adaptação necessária, o avançado regressou a Portugal e irá jogar no Sporting Pombal, da “Série D” portuguesa. O objetivo de reavivar as boas temporadas anteriores nas divisões de acesso do país pode até passar pela “Lei do Ex”, já que um dos rivais será o União 1919, antigo clube de Elivelton antes da sua transferência para o Beira. O lado positivo da experiência diz respeito, principalmente, à receptividade vinda dos sócios do clube e dos amigos feitos na igreja. O meio-campista Gustavo Lopes, ex-Grêmio Prudente, foi um de seus compatriotas por lá. A aprendizagem promete ter protagonismo no livro que o atacante pretende escrever e nas orientações voltadas às jovens promessas do Oeste Paulista, como disse o atacante no bate-papo a seguir. Passagem por Moçambique – Em termos desportivos não foi o que esperava. Porém, foi benéfico em alguns aspectos, como poder vivenciar a sensação de jogar na primeira divisão, com estádio lotado, milhares de torcedores, partidas transmitidas pela televisão, enfim, uma sensação muito agradável. Em termos de competição não posso comentar muito, pois joguei apenas um pequeno torneio e a final da Supercopa, na qual fomos campeões. Não tive muitas oportunidades nos nacionais. Enfrentei muitas dificuldades, pois era um futebol completamente diferente do europeu, menos tático, com arremessos ruins. A adaptação foi difícil. Por estas e outras razões, decidi rescindir o contrato a meio da temporada por mútuo acordo. Ainda assim, nada tenho a dizer sobre a recepção de todos no Clube Ferroviário da Beira, actual campeão nacional. Acredito que foi o melhor resultado, a não ser que tivesse mais oportunidades. O Martinopolense destacou a receptividade que recebeu no Cedida África Dia a dia na Beira – É realmente um país que aprendi a amar e que nunca mais sairei do meu coração, muito caloroso e acolhedor. As pessoas são humildes e empáticas. As dificuldades eram mais estruturais, pois em diversas áreas faltava saneamento básico e a saúde pública não era muito boa. Foi uma realidade completamente diferente, uma verdadeira realidade. Pude perceber que as pessoas não precisam de muito para viver, mas precisam ter conhecimento e organização coletiva para viver bem. Tenho certeza que as coisas vão melhorar nesses aspectos por lá, e um dia quero voltar e visitar. Fiz muitos amigos. “Pude perceber que as pessoas não precisam de muito para viver”, disse o atleta, natural de Martinópolis. Cedida Amigos – Lá éramos três brasileiros e estávamos cercados por cinco pastores: Flávio Andrade, que está lá há 21 anos, o missionário Léo Burg, que está lá há seis anos, e Charles Santos, que está lá há 12 anos, foram os mais próximos. Passamos um bom tempo juntos. Eles foram verdadeiros discípulos durante o tempo que estivemos com eles, nos ensinaram muitas coisas. Costumo dizer que Deus me levou até lá através do futebol, mas para somar ao ministério que Ele tem para mim. Espiritualmente foi excelente ter ido. Gustavo Lopes (ex-Grêmio Prudente), 2º (da direita para a esquerda), foi um dos sócios da Beira; Elivelton (1º à esquerda) também jogou pelo Carcará, no sub-20 Livro Provido Esboçado – estou escrevendo um livro sobre minha passagem pelo futebol e a influência do Evangelho na minha vida, através das decisões que tomei. Será um livro que transformará vidas, tenho certeza absoluta. Vou abordar muito sobre a mentalidade de um atleta cristão, sabendo lidar com as “injustiças” que acontecem no futebol e tentando mostrar a perspectiva de que todas as coisas contribuem juntas para o bem de quem ama a Deus, independentemente da situação em que se encontram. O atacante disse que aquele livro vai descrever como a fé ajudou no futebol. Cedida Volta a Portugal – estou prestes a assinar com o Sporting Clube Pombal, que disputará o campeonato nacional. Vou enfrentar meu ex-clube, o União, na terceira rodada. A obra está no início, apesar de estar próxima da estreia, no dia 18. Ainda estou conhecendo meus novos companheiros. Vim direto para Portugal. Eu precisava resolver questões relacionadas à dupla cidadania. Há espaço para outro país no livro? – Estou a pensar primeiro jogar esta temporada no Sporting Pombal e depois tentar voltar ao estrangeiro. Será mais fácil por causa da dupla nacionalidade. Estou trabalhando como treinador com alguns jogadores promissores em Martinópolis, além de fazer alguns cursos sobre como funciona o cérebro humano. Aliando isso às minhas experiências no futebol, pude perceber que a personalidade de um atleta conta muito. Mais da ajuda recebida – gostaria de agradecer à minha família e, em especial, à minha noiva por sempre acreditar em mim e por me ajudar a me tornar o homem que estou me tornando. Na verdade, esta é uma verdade bíblica: Provérbios 18:22 [“O que encontra uma esposa encontra o bem e alcança a benevolência do Senhor”]. Passagem no Ferroviário durou apenas alguns meses Cedied Raros momentos de alegria em campo teve o título da Supercopa de Moçambique Cedied + ge.globo/tvfronteira traz as novidades do esporte no Oeste paulista
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