Com medalhas espalhadas por todo o país, com pódios de Norte a Sul, o Brasil caminha para bater recordes e permanece em quarto lugar no quadro de medalhas das Paraolimpíadas de Paris. Fernanda Yara conquista ouro nos 400m no atletismo; Maria Clara fica com o bronze Quarta colocada no quadro de medalhas, o Brasil é uma potência nos Jogos Paralímpicos. E uma das razões para isso é a descentralização das medalhas do país que, nesta primeira metade da competição, já vieram das cinco regiões do país. Já foram 40 medalhas conquistadas por 41 atletas, vindos de 11 estados diferentes, além do Distrito Federal. Guilherme Costa fornece a projeção de medalhas do dia 3 de setembro nas Paraolimpíadas + Confira o quadro de medalhas + Confira o cronograma completo da competição + Entenda as classes de cada modalidade + O que é capacitismo? Entenda como não cair nessa armadilha Resumo Paralímpico – Dia 5: Brasil com medalhas inéditas e quebrando recordes A delegação brasileira conta com 280 atletas de 23 estados, além do Distrito Federal. O estado com mais representantes é São Paulo, com 81, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro com 22, e Paraná com 20. Fernanda Yara é ouro nos 400m T47 nas Paraolimpíadas Paris 2024 Marcello Zambrana /CPB Até o momento, 11 estados já tiveram atletas no pódio e a tendência é que esse número cresça nos próximos dias: Rio de Janeiro, Paraíba, São Paulo, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Petrucio Ferreira dos Santos leva ouro na prova dos 100m nas Paraolimpíadas de 2024. A região Norte é a que tem menos atletas, 18 competidores vindos de cinco estados. E não é por isso que não contribui para a situação do Brasil. Os destaques são a paraense Fernanda Yara, campeã dos 400m rasos na categoria de atletismo T47, e Parazinho, destaque do time de goalball que está nas semifinais e próximo da medalha. Wanna Britto, do Amapá, é o favorito no arremesso de peso da classe F32. Jerusa Gerber, do Acre, é a favorita nos 100m rasos da classe T11, quebrando o recorde mundial nas semifinais. Gabrielzinho conquista o ouro e Bruno Becker fica em 5º lugar nos 200m livres. São 24 atletas do Centro-Oeste. Um deles já conquistou medalhas, o mato-grossense Yetsin Jacques, bronze nos 5.000m para cegos, na classe T11, e ouro nos 1.500m da mesma classe. Outro atleta gaúcho é Fernando Rufino, favorito ao bicampeonato na canoagem de velocidade. Do Distrito Federal veio Wendel Belarmino, medalhista nos 50m livre da classe S11. Paraolimpíadas em 1 minuto: destaques do dia 2 de setembro em Paris A região Sul destaca a mesatenista Bruna Alexandre, catarinense. Ela se tornou a primeira pessoa na história do país a competir nas Olimpíadas e Paraolimpíadas. Atleta de tênis de mesa, ela já tem bronze nas duplas (ao lado de Dani Rauen, também catarinense) e já garantiu medalha no torneio individual – está na semifinal e pode conquistar o primeiro ouro da história do país no esporte. Yeltsin Jacques conquista medalha de bronze nos 5000m T11 nas Paraolimpíadas No Nordeste estão duas das maiores estrelas da delegação. Maria Carol Santiago, de Pernambuco, dona de duas medalhas de ouro na natação e que se tornou a maior vencedora da história do país, e Petrúcio Ferreira, da Paraíba, campeão dos 100m rasos na classe T47. E o Sudeste, que costuma ser a maior fonte de medalhas do país, manteve o ritmo em Paris. Os destaques são o mineiro Gabriel Araujo, tricampeão de natação, o carioca Ricardo Mendonça, campeão do T37 100m, e a paulista Beth Gomes, ouro e prata no lançamento de disco e arremesso de peso. Bruna Alexandre vai para a Semi do tênis de mesa individual e já garante mais uma medalha
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