Suelen diz que foi chamada de “macaco” por Hugo Duarte, que nega Confusão após comemorar acesso do Bahia à segunda divisão do futebol feminino A Justiça concedeu, nesta quarta-feira, liberdade provisória a Hugo Duarte, técnico do JC, do Amazonas, preso no agir na noite da última terça-feira, após denunciar insultos raciais contra uma jogadora do Bahia, em partida da segunda divisão do Campeonato Brasileiro Feminino. O treinador nega que tenha cometido o crime. Na decisão, a juíza Marcela Moura França determina medidas cautelares, como proibição de aproximação da vítima a menos de 200 metros, comparecimento bimestral em juízo pelo período de um ano e também todos os atos processuais. Hugo, que está proibido de sair do bairro onde reside sem autorização, ainda precisará pagar fiança no valor de 30 salários mínimos para ser liberado. Tudo começou durante a comemoração da adesão do Bahia à Primeira Divisão do Futebol Feminino, após empate com o JC, no estádio Pituaçu, em Salvador. Na época, surgiu a confusão, e Suelen, uma das jogadoras do Tricolor, relatou ter sido chamada de “macaco” por Hugo Duarte. “A naturalização que mais de uma vez foi dada pela expressão racista “macaco” tenta calar a minha figura de mulher negra no esporte, mas o ato da denúncia é a arma que tenho para combater o racista”, escreveu Suelen em postagem no Facebook. mídia social . Confusão durante jogo do Bahia pela Série A2 do Brasileiro, em Pituaçu Reprodução/Redes Sociais Acompanhe o ge Bahia nos canais de WhatsApp A Polícia Militar afirma que foi chamada pelo árbitro da partida, e o técnico foi encaminhado à Central de Flagrantes e autuado por flagrante. Em nota, o JC afirmou que repudia qualquer ato racista, mas que avalia junto ao setor jurídico “todas as informações necessárias sobre os fatos ali presenciados para a realização dos procedimentos cabíveis onde não haja informações infames ou caluniosas que prejudiquem os envolvidos”. “. Já a Bahia se solidarizou com Suelen e exigiu “uma resposta à altura da gravidade do assunto, reiterando seu compromisso com o combate a qualquer tipo de discriminação”. + Veja mais notícias sobre a Bahia Veja a publicação de Suelen “A Constituição brasileira consagra o direito de ser tratado como igual perante os demais membros da sociedade, sem discriminação de etnia e raça. Porém, lamentavelmente, ontem, na partida que garantiu o tão esperado acesso à elite do futebol brasileiro, fui submetida ao ato de racismo praticado pelo criminoso técnico do time adversário, pois ele utilizou um mecanismo de opressão para inferiorizar minha negritude silenciar minha figura de mulher negra no esporte, mas o ato de denunciar é a arma que tenho para combater os racistas. Agradeço aos meus companheiros, família e ao @ecbahia por todo apoio e acolhimento.” Texto inicial do plugin Veja nota divulgada pelo Bahia: O que deveria ter sido apenas uma noite de comemoração pela ascensão do Mulheres de Aço à elite do futebol brasileiro acabou marcado por um lamentável episódio no estádio de Pituaçu. Ao final da partida, a zagueira tricolor Suelen foi alvo de insultos raciais por parte do técnico do time adversário em campo. Chamada, a Polícia Militar levou o acusado à Central de Flagrantes da 1ª Delegacia para registrar boletim de ocorrência. O diretor de Operações e Relações Institucionais, Vitor Ferraz, acompanha o atleta juntamente com um advogado criminalista que assessora o clube, além de outros jogadores e funcionários que se apresentaram como testemunhas. O Esporte Clube Bahia SAF manifesta sua total solidariedade a Suelen ao exigir uma resposta que esteja à altura da gravidade do assunto, reiterando seu compromisso com o combate a qualquer tipo de discriminação. Jogadores do Bahia comemoraram na última segunda-feira o acesso à Série A1 Letícia Martins/EC Bahia Veja a posição do JC O JC Futebol Clube AM repudia qualquer ato de racismo ou injúria racial contra quem quer que seja. Em relação ao ocorrido nesta segunda-feira, onde o clube enfrentou o Bahia pelo Campeonato Brasileiro Feminino, houve um incidente envolvendo o técnico e uma atleta do clube baiano que estão sendo investigados. O clube, juntamente com sua equipe jurídica, está investigando todas as informações necessárias sobre os acontecimentos ali presenciados para realizar os procedimentos cabíveis onde não haja informações infames ou caluniosas que possam prejudicar os envolvidos. Retificamos ainda que este clube lamenta e é contra qualquer tipo de preconceito.
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