Palmeiras supera o bom time baiano com maior volume ofensivo e nova exibição de craque do jovem atacante O Campeonato Brasileiro 2024 chegou à 15ª rodada neste domingo, e é difícil apontar um jogador que tenha mostrado mais que Estevão até aqui. O palmeirense de 17 anos foi decisivo mais uma vez na noite de domingo, contra o Bahia. Ele marcou um gol e deu uma assistência na vitória do Alviverde por 2 a 0. Ele desperdiçou poder de desequilíbrio em um jogo “implorando” de algum atleta. Coletivamente, o Palmeiras também se saiu muito bem. Soube explorar algumas fragilidades já conhecidas do Bahia e impôs-se na maioria das vezes com uma marcação dura e claramente individual. Reduziu a distância para o líder Flamengo. O Tricolor criou chances. Ele perdeu uma oportunidade incrível no 1º tempo e chegou em ataques rápidos no 2º tempo. Escalações Abel Ferreira contou com os retornos de Gustavo Gómez, Raphael Veiga e Gabriel Menino. Continuou sem Murilo, Zé Rafael, Richard Rios, Lázaro e Rômulo. Ele optou por Mayke como lateral-direito. Marcos Rocha começou no banco de reservas. Rogério Ceni repetiu o time que costuma escalar no tricolor baiano. O jogo Na 1ª etapa marcada por um duelo tático interessante, mas com erros técnicos e de decisão nas jogadas capitais, nada melhor que o maior expoente dos jovens talentos atualmente no Brasil decidindo. Estevão aproveitou erro de passe de Jean Lucas em rebote de escanteio a favor do Bahia. Teve uma recepção calorosa de Anibal Moreno e deu mais uma aula de direção, drible, finalização e tomada de decisão. O gol que deu a vitória parcial ao Palmeiras poderia ter saído exatamente 13 minutos antes, e um dos principais jogadores envolvidos na história do gol palestino foi o responsável pela jogada. Jean Lucas desperdiçou uma chance incrível contra Weverton. Ele não aproveitou o excelente passe em profundidade de Thaciano. Resultado de uma das duradouras trocas de passes que o Bahia montou após os primeiros 20 minutos. Antes disso, o Esquadrão encontrou problemas para superar a já tradicional marcação, basicamente individual, dos palmeirenses. Nenhuma defesa sobrou e foi feita em todo o campo. Ron pegou Gabriel Xavier. Flaco López observou Kanu. Piquerez abordou Gilberto, Estevão fez o mesmo com Luciano Juba. Veiga, Menino e Aníbal cuidaram de Caio Alexandre, Everton Ribeiro e Jean Lucas respectivamente. Gómez pegou Everaldo e Mayke marcou Thaciano. Vitor Reis tinha a missão de acompanhar Cauly. E foi exatamente neste último ajuste que o Bahia começou a encontrar algumas vantagens. Não pela postura de marcação do jovem, mas pelos movimentos que o camisa 8 tricolor fez. Palmeiras x Bahia Marcos Ribolli Como já se sabe, Cauly recua no centro do ataque. Muitas vezes gerou dúvidas em Vitor. O zagueiro deveria segui-lo a muitos metros da última linha de defesa do Palmeiras ou vigiar mais seu posicionamento? Nesse dilema, o meia recebeu algumas vezes com liberdade, e carimbou a bola na circulação que o time nordestino costuma fazer. Everton Ribeiro e Thaciano passaram a vencer duelos. Caio Alexandre e Jean Lucas também. E isso foi suficiente para reduzir o forte volume palestino na primeira metade da fase inicial. Grande parte da estratégia alviverde consistia em mudar rapidamente o jogo lateralmente para alterar a marcação zonal do Bahia. Everaldo e Thaciano, que costumam jogar pelas laterais para ajudar Juba e Gilberto, fizeram menos isso nos primeiros 25 minutos, e coube a Jean Lucas e Everton Ribeiro ajudar os laterais. Para que o socorro ocorresse, foi necessário fazer o trio de meio-campo flutuar rapidamente em direção à bola após essas reversões, o que nem sempre ocorria. Estevão em Palmeiras x Bahia Marcos Ribolli O lateral direito do Palmeiras acabou se beneficiando mais. Estevão esteve muito ativo desde o primeiro momento. Ele contava com aproximação ou ultrapassagem de Raphael Veiga por dentro. Ele jogava com o meio-campista, alcançava a defesa ou o trazia para o meio e cruzava para uma área bem ocupada por infiltrações de Rony, Gabriel Menino e Flaco López. Faltou mais precisão ao Palmeiras para criar chances claras neste momento do jogo. Os impedimentos também foram muitos, correndo para atacar o espaço e receber os bons passes que quase sempre vinham dos pés de Raphael Veiga ou Estevão. O Bahia não sentiu o gol sofrido nos acréscimos da 1ª etapa. Voltou do intervalo disposto a manter a boa circulação de bola que teve no segundo tempo do primeiro tempo, mas logicamente acabou se expondo. Estevão não demorou a agir novamente. Ele recebeu de Flaco López pela direita e cruzou rasteiro para Rony fazer o segundo aos 15 minutos. Rony, Estevão e Flaco López comemoram o segundo gol do Palmeiras contra o Bahia. Marcos Ribolli Ceni adicionou jogadores mais rápidos ao ataque. Começou a trabalhar com Ademir e Biel como ala. Estupiñán era o centroavante. Weverton fez duas defesas que impediram certos gols do Bahia. Jean Lucas e Biel pararam no arqueiro palestino, mas destacaram a dificuldade dos visitantes em colocar a bola na rede neste domingo. Abel fez alterações para administrar o resultado, e conseguiu sem maiores problemas na reta final do duelo. Ainda deu tempo da estreia do jovem atacante Luighi, mais uma da suntuosa academia do Palmeiras.
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