Único irmão vivo do craque alagoano recebeu ligação do maior ídolo do Flamengo A família alagoana de Dida ficou impactada com as homenagens feitas por Zico ao seu ídolo nesta semana em Maceió. No papo da última terça-feira, Galinho disse que pensava em ser o camisa 10 do Flamengo por causa do craque alagoano e concedeu uma longa entrevista para elogiar suas conquistas. No museu, o jornalista Lauthenay Perdigão e os irmãos Santa Rosa: Wilson, Luiz, Dida e Edson Arquivo Museu dos Esportes Zico orientaram as novas gerações, inclusive, a buscarem informações sobre quem foi Dida, nome de importância histórica para o Flamengo. Em Maceió, Edson Santa Rosa, único irmão vivo de Dida, recebeu até uma mensagem especial de Galinho. Ele está doente e não pôde ir à palestra, mas ficou comovido com o carinho de Zico pelo irmão e pela família Santa Rosa. – Quero agradecer ao Zico em nome da família Santa Rosa por ter falado na palestra sobre Dida e pela mensagem que ele me enviou via áudio. Ele me ligou recentemente, também foi muito atencioso e a família Santa Rosa se sente emocionada com a forma como esse ídolo global fala do meu irmão, sempre se referindo a ele com tanto respeito e admiração, e mais: levando o nome de Dida para as novas gerações. Todos sabemos a importância do Zico para o futebol e ele tem papel fundamental na preservação da memória do Dida. Edson disse que Dida está entre os maiores jogadores da história do Flamengo. – Meu irmão é o segundo maior artilheiro da história do Flamengo (253 gols), atrás apenas do Zico (508 gols), que foi o sucessor do Dida. Muita gente na Gávea diz que meu irmão está entre os cinco maiores jogadores da história do Flamengo, e é verdade. Talento não faltou – destacou Edson. Em Maceió, Zico fala sobre seu ídolo Dida Edvaldo Alves Santa Rosa, o Dida, completaria hoje 90 anos se estivesse vivo. Faleceu em 2002 no Rio de Janeiro, aos 68 anos, e desde então seu irmão Edson cuida de sua memória. O craque alagoano ainda dá nome ao Museu do Esporte localizado no Estádio Rei Pelé, em Maceió, e fundado no início dos anos 90 pelo historiador Lauthenay Perdigão. Bustos de Dida e Zagallo no Museu do Esporte de Alagoas João Alvim/GloboEsporte.com Discurso de Zico Na palestra desta terça, Zico falou sobre a influência de Dida em sua vida e carreira. – Meu pai e minha mãe disseram que uma das primeiras palavras que falei foi Dida, depois de pai e mãe. Muita gente, para agregar algum valor, diz que Dida foi o primeiro. Mas não, primeiro foi pai e mãe, depois foi Dida. Por que? Demorei para falar e depois de quase dois anos o Flamengo foi tricampeão, em 1955, nasci em 53, e o Dida fez quatro gols em uma final – disse Galinho, e continuou: – Então, casa do vermelho e preto, só se falava de Flamengo, o Dida ia e voltava e me ajudava. O Dida foi um dos maiores da história do clube, depois tive o privilégio de conhecê-lo, até de fazer algumas entrevistas com ele e, mesmo depois de virar ídolo do Flamengo, ele estava trabalhando lá nas categorias, eu estava em cima do muro, olhando para ele, com aquela vergonha de chegar perto, algo que sentimos desde criança ao encarar um ídolo. Depois ficamos amigos lá no Flamengo e o Dida é um cara que representou muito.
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