Ex-atleta brasileiro, dono de 14 medalhas olímpicas, acredita em desempenho melhor do que nos Jogos de Tóquio Os Jogos Paralímpicos de Paris começam no dia 28, e os brasileiros não escondem a expectativa por um novo recorde no quadro de medalhas. Duas vezes sétimo colocado no quadro de medalhas, o Brasil espera ter melhor desempenho e chegar ao top 5. A natação é um dos esportes fundamentais para esse objetivo. Para Clodoaldo Silva, ex-atleta paralímpico e responsável por 6 medalhas de ouro pelo Brasil, as chances de recorde para o esporte são reais: – Tenho certeza que vamos superar a última campanha e fazer história, pode me contar. Nossos atletas estão muito bem preparados e vão trazer medalhas na bolsa – disse Clodoaldo durante encontro com projetos sociais no Rio de Janeiro. + Equipe de natação faz primeiro treino na França para as Paraolimpíadas 2024 + ge ganha canal de esportes olímpicos e paralímpicos no Whatsapp; confira Clodoaldo Silva durante evento com jovens Laís Torres + LEIA MAIS NOTÍCIAS DAS PARAOLÍMPICAS PARIS 2024 Considerado um dos maiores atletas paralímpicos da história, Clodoaldo sofreu de paralisia cerebral por falta de oxigênio durante o parto, o que afetou os movimentos de seus pernas e trouxe uma pequena falta de coordenação motora. Competindo na classe S5, além das seis medalhas de ouro conquistadas na carreira, o nadador completa sua vasta coleção com mais seis medalhas de prata e duas de bronze. O Tubarão das Piscinas, como é conhecido, acumulou mais de 700 medalhas em sua vida profissional e, durante a Rio 2016, foi o responsável por acender o Caldeirão Paralímpico. Clodoaldo Silva acende a pira paralímpica André Durão + Tenistas paralímpicos emocionam-se com a expectativa da estreia em Roland Garros + Paraolimpíadas Paris 2024: premiação para medalhistas é quatro vezes maior que a do Rio 2016 Ainda durante o encontro com projetos sociais, que teve como objetivo para apresentar o esporte como forma de inclusão dos jovens, o agora embaixador de uma empresa que patrocina atletas paraolímpicos relembrou o passado difícil do esporte, causado pela falta de incentivo e ajuda financeira: – Quando comecei, tive que bater nas empresas ‘portas, dos empresários e dos poucos que me acolheram, a grande maioria, me ofereceram ‘ajuda’ sem querer carimbar as suas marcas e vincular-se às pessoas com deficiência em geral. Ver as empresas buscarem atletas por vontade própria e acreditarem na capacidade deles é algo que me deixa muito feliz e que faz total diferença na vida de todos – comentou. Clodoaldo Silva durante encontro com projetos sociais no Rio de Janeiro Laís Torres
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