Tricolor empata ao marcar no último minuto em Goiânia O Bahia evitou a terceira derrota consecutiva no Campeonato Brasileiro ao marcar o gol de empate no empate em 1 a 1 contra o Atlético-GO, na noite desta quarta-feira, quando as luzes se apagaram no estádio Antônio Accioly, no jogo de encerramento do primeiro turno. Após o apito final, o assunto principal foi a arbitragem, alvo de críticas do técnico Rogério Ceni. [assista aos melhores momentos no vídeo abaixo]. Atlético-GO 1 x 1 Bahia | Melhores momentos | 19ª rodada | Brasileirão 2024 Acompanhe o ge Bahia nos canais de WhatsApp “O árbitro é ruim”, disse Rogério Ceni. – Estreia na Série A, não sou nada contra porque é preciso trabalhar para ganhar experiência de vida. Ele encontrou [Mancini] que o Atlético foi prejudicado? Jean Lucas ganhou de cabeça, Ratão ia marcar, errou o gol. Ficou confuso [o árbitro], Eu estava nervoso. Errou, mas não prejudicou o Atlético-GO. Ele pode não ter sido expulso, mas o jogo correu bem. O árbitro parou o nosso gol, que ficou claro. Mas ele ficou preso devido à inexperiência. Não fez uma boa arbitragem, mas em nenhum momento machucou o Atlético. Gols ruins para ambos os lados. Entendo a posição do treinador, é frustrante. Eu também ficaria chateado – disse Rogério Ceni. Luciano da Silva Miranda Filho arbitrou pela primeira vez uma partida da Série A e duas jogadas geraram polêmica durante a partida. Do lado baiano, os Tricolores reclamaram ao não dar vantagem para Rafael Ratão, que teria cabeceado em direção ao gol. O time da casa se sentiu prejudicado porque teve Alexi Vinícius expulso nos minutos finais após tirar a camisa ao entender que o jogo já havia terminado. O sinal do árbitro, porém, foi de impedimento. Após a expulsão, o Atlético-GO sofreu o gol. Jogadores do Atlético-GO atacam árbitro após jogo contra o Bahia Ao falar sobre o jogo, o técnico do Bahia elogiou os primeiros minutos do Bahia, reconheceu a queda de rendimento e valorizou o ponto conquistado fora de casa. – Sofrendo neste campeonato brasileiro, todo mundo sofre para conseguir resultados, e nem sempre são triunfos. Jogamos uns bons 23, 24 minutos. O Atlético não pegou a bola. Controlamos o jogo, fizemos uma boa finalização com o Thaciano. Depois disso eles apertaram a marcação, perdemos o controle do jogo e não fizemos um bom jogo. Não atingimos o ponto certo na saída da bola onde colocar a primeira bola para ganhar essa primeira bola e continuar a jogada. Essas foram as reclamações, já falei com o Marcos. Erros de passe, erramos muitos passes e não há justificativa para o arremesso. Você perde dois jogos e perde a confiança. Para mim é estranho termos jogado 23 minutos bons e depois o time caiu de produção, errou muitos passes e não teve o controle do jogo. As mudanças surtiram efeito, rapazes, com velocidade, e conseguimos empatar. Analisando o resultado gostaríamos de sair vitoriosos, mas dadas as circunstâncias pode ser um ponto que traga essa confiança contra o Internacional, na noite de sábado. A cada três dias, com alterações de tabela. Quando a gente encomenda a gente tem que pedir com dez dias de antecedência, quando eles trocam podem trocar com cinco dias de antecedência – disse Rogério Ceni. Rogério Ceni em coletiva de imprensa Letícia Martins/EC Bahia Sem vitórias nos últimos três jogos, o Bahia termina o primeiro turno na sétima colocação, com 31 pontos. O Tricolor agora mira a parte decisiva do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o Tricolor estreia na partida de volta, às 20h (horário de Brasília), contra o Internacional, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Confira outros trechos da entrevista coletiva de Rogério Ceni: Posse de bola – Muito difícil, trocar passes, controlar o jogo. Não é um time muito intenso, tem que se colocar no campo de ataque para ter esse controle. Não existem aqueles jogadores de velocidade e transição. Já temos 43, 44 jogos este ano. No início do ano alternamos bastante. Rodei o elenco para ter um time mais completo para disputar o Campeonato Brasileiro. Agora temos repetição desses jogadores. Há cansaço, principalmente com uma mesa que mostra uma coisa, e depois amanhece e mostra outra. Temos que enfrentar o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. E temos ausências, não tivemos Biel, Ademir. Infelizmente perdemos o Oscar, a contratação que tentamos fazer tem suas complicações. Ademir se machucou no último jogo. Kanu se machucou, Caio Alexandre foi suspenso. Não é fácil, mas tentaremos sempre manter o Bahia no topo, tentar permanecer entre esse grupo de primeiros colocados. Cauly – Se tivermos outras oportunidades, se acharmos que ele está cansado, podemos tirar ele um dia para passear. Caso contrário, tentaremos trazer de volta a melhor versão do Cauly com ele jogando. Se toda vez que ele faz um jogo que não está tão bom você critica… São jogadores especiais, ele, assim como Everton, Jean, Caio. Claro que ele tem que melhorar, e quando ele erra muitos passes eu exijo muito dele, trabalhando com dois toques na bola, menos primeiros toques. Não vejo necessidade, colocar um jogador no banco não vai torná-lo melhor, temos que incentivá-lo, dar-lhe confiança, crédito e tentar torná-lo um jogador melhor a cada rodada. Pouco tempo para treinar, mas é através de vídeos, mostrando, vendo o que pode ser feito. É um papel difícil, não é fácil. Não sei se outro jogador poderia desempenhar melhor essa função. Temos que tentar melhorar, exigir, conversar, mas nunca deixar de dar confiança a um jogador tão importante como ele é para nós. Divisão de base – São jovens. Ruan Pablo completou 16 anos ontem. Mas ele já tinha trabalhado connosco em Manchester, tem potencial, é um rapaz que pode crescer. São jogadores que ainda não estão preparados, mas fiquei feliz que os dois entraram e atacaram o espaço. Ele fez uma boa jogada. Hoje foi necessário, não tivemos outro jogador. Os meninos se esforçaram, isso é bom, ajuda a crescer a base do clube. É o futuro do clube. Que sirva de exemplo para outros jogadores. Dois meninos nos ajudaram hoje. Que esse gol nos ajude a recuperar a confiança e fazer um bom jogo contra o Internacional. Dificuldades – O Atlético se defendeu, praticamente não tocou na bola no início do jogo. Quando houve uma paralisação técnica, Mancini mandou o goleiro cair no chão e chamou todos os jogadores para mais perto, praticamente uma paralisação técnica. Ele avança mais na marcação, arrisca mais na defesa e diminui a nossa facilidade no jogo combinado. O Fluminense venceu o Palmeiras, o Flamengo venceu o Vitória no último minuto, os brasileiros não têm jogo fácil, não têm jogo certo. São jogos semelhantes e disputados. Não venceram em casa, mas são uma boa equipa, competitiva, alta, forte nas bolas paradas. Até tentamos com os meninos compensar as ausências que tivemos hoje.
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