A Macaca chegou a seis jogos sem vencer após perder para a Chapecoense, então vice-lanterna e que não vencia há rodadas; próximo jogo é contra o Ituano, primeiro time fora do Z-4 Ponte Preta 0 x 2 Chapecoense | Melhores momentos | 25ª rodada | Série B 2024 Ao dizer que a fase da Ponte Preta na Série B é “preocupante”, Nelsinho Baptista adotou um discurso condizente com os fatos. A derrota por 2 a 0 para a Chapecoense na noite da última segunda-feira, no Majestoso, piorou o jejum alvinegro e deu o alarme em relação à zona contra o rebaixamento. + Atuações: dê sua avaliação aos jogadores + VÍDEO: Sérgio Raphael marca pênalti com “chute” fora de campo + Meia sofre corte em colisão na cabeça e sai em ambulância Já são seis jogos seguidos sem vitória e apenas quatro pontos de diferença para o Z-4 (29 a 25), o que dá peso na decisão do próximo compromisso: sexta-feira, novamente em casa, a Macaca enfrenta o Ituano, primeiro time fora da zona de rebaixamento, com 25 pontos. Uma campanha que em determinado momento deixou a Ponte quatro pontos atrás do G-4 agora convive com uma realidade bem diferente – e mais alinhada com o que o time tem a oferecer. Lance de Ponte x Chapecoense Marcos Ribolli Após empate heróico na Vila Belmiro, onde perdeu por 2 a 0 com um homem a menos e reagiu no segundo tempo, enfrentando em casa a então segunda lanterna Chapecoense, há dez jogos sem vencer, parecia como o cenário perfeito para reabilitação. Mas Monkey teve uma noite apática. É claro que a equipe sentiu as ausências de Elvis (suspenso) e Jeh (lesionado). São as principais referências do estilo de jogo alvinegro: um que arremessa bem e outro que prende a bola na frente. Porém, mesmo com os dois em campo recentemente, o time já vinha caindo de produção, dando sinais de que o trabalho de Nelsinho Baptista perdeu força junto aos jogadores. Resultados e desempenho atraem atenção negativa. Contra a Chapecoense, foram apenas três chegadas efetivas ao longo do jogo: uma bola rebatida na trave por Dodô, aos 30 minutos do segundo tempo, um chute perigoso de Castro na sequência, aos 33, e uma rebatida do jovem Kauã , de 17 anos, ao final da etapa final. Sérgio Raphael em ação no jogo contra a Chapecoense Marcos Ribolli E quando o time tentou pressionar, após ser assustado por Dodô e Castro, a bola aérea voltou a punir, e João Paulo colocou a Chapecoense na frente, aos 36 minutos. A situação ficou ainda mais complicada quando Sérgio Raphael foi expulso de forma infantil por cobrar pênalti com “chute” em João Paulo, aos 23. Pedro Rocha defendeu a cobrança de Giovanni Augusto e evitou uma derrota maior, mas foi insuficiente para dar a equipe energia extra. Diante de uma Ponte desorganizada e desesperada, Mário Sérgio, aos 42 anos, tentou acertar de vez a conta. + CLIQUE AQUI e leia mais sobre a Ponte Das arquibancadas, as vaias e gritos do “time sem vergonha” sinalizavam que o clima havia mudado no Majestoso. A tranquilidade de antes se transformou em tensão, pressão. Será essa atmosfera para sexta-feira. A Ponte fez três partidas consecutivas contra os “ameaçados” de ser cortado para afastar o espectro do rebaixamento ou compartilhar o drama do adversário. A primeira delas já foi, com derrota. Os próximos dois precisam ser diferentes: Ituano, sexta, em casa, e CRB mais tarde, fora. Para que a luz amarela de advertência não fique vermelha para perigo máximo.
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