Na capital, atenção especial é dada ao trecho do Leme ao Pontal. Este sábado, a zona ribeirinha volta a ter patrulhamento especial. Com a suspensão da liminar que impedia o retorno da Operação Verão, o governo estadual mobilizou 1.250 policiais militares em todo o estado. Na capital, atenção especial é dada ao trecho do Leme ao Pontal. Calor: O Parque Oeste abre portas neste sábado com uma escadaria de água com 88 degraus. O patrulhamento é realizado nas estradas com veículos e motocicletas, além de quadriciclos circulares na faixa de areia. A operação prevê ainda que os ônibus que trafegam em direção ao litoral sejam monitorados e interceptados caso seja constatado risco à segurança no transporte público. Haverá também ações em terminais de ônibus e estações de metrô próximos. Nas praias mais movimentadas também foram montadas barracas como pontos de apoio aos policiais e referência para a população. A operação no litoral carioca envolve a utilização de cavalos do Regimento de Polícia Montada (RPMont) e cães do Batalhão de Ação Canina (BAC). O patrulhamento reforçado abrange também as ruas internas dos bairros das zonas Sul e Oeste. Os corredores estruturais de acesso à orla são monitorados por policiais das Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) e do Batalhão de Polícia de Vias Expressas (BPVE), atuando em conjunto com equipes das unidades operacionais da área. Até domingo, 1.250 policiais patrulham todo o estado, com atenção especial ao litoral e às cidades litorâneas da capital, além de vias expressas e rodovias que dão acesso aos municípios de maior fluxo turístico. Entenda a liberação na Justiça A juíza Lysia Maria da Rocha Mesquita, da 1ª Vara da Infância, Juventude e Idoso, revogou nesta sexta-feira a liminar que suspendia o início da Operação Verão, no último final de semana. A medida vale para todos os sábados, domingos e feriados até 30 de março. A liminar que suspendeu a operação na semana passada ocorreu porque a prefeitura não compareceu para apresentar seu plano de ação em reunião com diversos órgãos, entre eles a PM e a Defensoria Pública. Com a decisão, os órgãos só poderiam atuar em situações de flagrantes. Nesta quinta-feira, aconteceu uma nova reunião, agora com a participação de todos os envolvidos. Os órgãos acordaram uma série de regras, incluindo a forma como crianças e adolescentes devem ser abordados em caso de serem flagrados ou agirem de forma suspeita. ”’Ficou acordado entre eles que o início do plano de verão ocorrerá em 14/09/2024 e terminará em 30/03/2025, bem como foi demonstrado que os detalhes da cooperação institucional foram acertados entre eles com no âmbito do cumprimento do referido Termo de Autocomposição, suspendo parcialmente a liminar concedida (índice 142330516) para autorizar o início da operação Verão/Plano Plano Praia”, escreveu a juíza em seu despacho. MP pediu suspensão O pedido de suspensão da Operação Verão foi feito pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) à Justiça, alegando que a Prefeitura do Rio, que comanda a operação, violou o acordo (Termo de Autocomposição) com o Ministério Público Escritório para que, juntos, pudessem discutir a abordagem de crianças e adolescentes durante a ação nas praias da Zona Sul, no período pré e pós-verão. O MP argumentou que, por violação do Termo de Autocomposição, uma vez que a prefeitura já havia colocado em prática “operação de segurança e abordagem social de crianças e adolescentes, sem observar as formas de seu monitoramento”, protocolou o pedido de tutela levada à 1ª Vara da Criança, do Jovem e do Idoso da Capital. Segundo o MPRJ, como o município não compareceu à reunião para discutir o assunto, não foi possível acertar detalhes do Plano Praia, novo nome da ação na orla marítima.
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