Ele é acusado de organizar uma espécie de ritual em que alguns estudantes eram obrigados a tirar a roupa e serem fotografados nus. Os casos teriam ocorrido nos últimos anos em uma escola da cidade de Serra Negra, no interior de São Paulo, e desde a década de 1980 no Colégio Rio Branco, no centro da capital paulista.
A professora é acusada de estuprar uma pessoa vulnerável e de tirar fotos e vídeos pornográficos de menores.
Os investigadores analisam um computador, um celular, um disco rígido externo e pen drives que foram apreendidos no momento da prisão de Veiga Filho. Em agosto, o tribunal realizou uma audiência preliminar sobre o caso e decidiu mantê-lo na prisão.
- Deolane é aplaudida por fãs ao sair da prisão: ‘Prisão criminosa, fui silenciada pela Justiça’
Casos semelhantes há décadas
Desde que surgiram três casos no interior do estado, mais de uma dezena de estudantes de Rio Branco denunciaram a conduta do ex-professor. Cinco deles depuseram como testemunhas em agosto.
Os processos mais antigos já expiraram, mas apoiam a decisão de manter os acusados na prisão, como explica o procurador Gustavo Pozzebon.
“O relato dessas testemunhas do Colégio Rubro Branco indica que Carlos Veiga Filho agia da mesma forma há décadas. Então, salvo alguns detalhes que divergiam dos demais, substancialmente, ele agiu da mesma forma por muito tempo. Na verdade, não é um agravante, mas é um indício de que ele agiu dessa forma e que reforça a necessidade de manutenção do preso”, afirma.
- São Paulo registra o pior ar do mundo nesta segunda-feira (9)
As vítimas relatam condutas muito semelhantes. Pozzebon afirma que as vítimas mais antigas decidiram denunciar os casos depois de tanto tempo depois de saberem que a conduta continuou décadas depois.
“Ele disse que esses fatos não foram revelados antes por motivo de vergonha, essas pessoas se sentiram muito fragilizadas durante todo esse tempo. Só agora, quando souberam da prisão e que ele vinha praticando a mesma conduta depois de tantos anos, é que decidir falar”, explica.
O que diz a defesa de Carlos Veiga Filho?
À CBN, a defesa de Carlos Veiga Filho afirma que ele nega todas as acusações e tem convicção de que será absolvido por falta de provas.
O principal argumento da defesa é que não há indícios de que a professora tenha tido prazer em realizar os rituais com os alunos, o que seria pré-requisito para o crime de estupro de vulnerável. No entanto, os advogados não convocaram nenhuma testemunha de defesa.
simulador de emprestimo itau consignado
quando vai ser liberado o empréstimo consignado 2023
emprestimo consignado banco pan
bancos que compram dívidas
empréstimo consignado não foi descontado em folha
banco pan empréstimo telefone
empréstimo para servidor público municipal