O embaixador da Espanha no Brasil acompanha o lançamento de projetos com recursos da União Europeia: um de mobilidade nos rios da capital paraense e outro na bacia do Ariri. População ribeirinha de Belém. Alessandra Serrão/Arquivo Comus Embaixadora da Espanha no Brasil, Maria del Mar Fernandez-Palacios participa em Belém do lançamento de projetos da iniciativa Laif City Life. São lançados o Projeto de Valorização Socioambiental da Bacia do Ariri e o projeto “Caminhos Fluviais: conectando pelas águas”, ambos da prefeitura municipal. Os projetos são financiados pela União Europeia, totalizando pelo menos 467 euros. O evento de lançamento será no Palácio Antônio Lemos, à tarde, com a presença de autoridades. A iniciativa LAIF City Life é promovida pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid). Transporte fluvial O projeto “Caminhos fluviais: conectando pelas águas” é coordenado pela Diretoria de Transportes, da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob). A iniciativa visa melhorar a mobilidade da população de Belém, especialmente das pessoas que vivem na região insular. A proposta é melhorar o acesso dos moradores aos serviços públicos oferecidos na área continental, por meio da promoção do transporte fluvial em uma rede de integração intermodal (barco-ônibus). Nesta fase serão contratados estudos e projetos para a futura implantação da ligação fluvial Ilha de Mosqueiro-Icoaraci-Ver-o-Peso, com a adequação do terminal hidroviário de Mosqueiro e do cais de Icoaraci e a implantação do Ver-o terminal aquaviário -Peso, segundo a prefeitura. O investimento é de 287 mil euros. Bacia do Ariri O projeto “Valorização Socioambiental da Bacia do Ariri” é executado pela Coordenadoria de Projetos Especiais (CPE) e busca realizar estudos e levantamentos de infraestrutura e questões socioambientais para obter dados e diagnósticos que auxiliem na promoção socioeconômica e desenvolvimento ambiental na região do Ariri. tigela. A proposta é construir novas infraestruturas, como estradas e sistemas de saneamento, para melhorar a acessibilidade e a qualidade de vida da população da região que vive sob risco de enchentes e alagamentos. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações que visam romper com a sequência histórica de ocupação de áreas de várzea, por meio do desmatamento da vegetação nativa e visa mitigar futuros problemas socioambientais. Prevê também a reabilitação de fontes de água e sistemas de áreas verdes em áreas urbanas, ligando e proporcionando acessibilidade às margens dos rios, parques lineares e outros espaços públicos, de forma a mitigar a vulnerabilidade das cidades às inundações e outros efeitos das alterações climáticas, beneficiando directamente cerca de 470 famílias que vivem em áreas de risco. O investimento previsto para este projeto é de 180 mil euros para serem utilizados em estudos, levantamentos e diagnósticos de apoio à execução.
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