Não havia banheiros nem refeitórios nas frentes de trabalho e os trabalhadores eram obrigados a fazer suas necessidades no canavial. Não foram fornecidos equipamentos de proteção individual, facões ou água potável. Além da falta de EPÌ, o alojamento onde os trabalhadores foram resgatados apresentava diversas irregularidades MPT/Divulgação Um grupo de 37 pessoas foi resgatado em situação análoga à escravidão em uma fazenda de cana-de-açúcar em Boituva (SP). Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT), não havia banheiros nem refeitórios nas frentes de trabalho e os trabalhadores eram obrigados a fazer suas necessidades no canavial. Além disso, não foram fornecidos equipamentos de proteção individual, facões ou água potável. Cadastre-se no canal g1 Itapetininga e Região no WhatsApp O resgate foi anunciado nesta quinta-feira (5), mas a operação foi realizada no dia 25 de agosto. Segundo o MPT, o grupo de trabalhadores, todos migrantes dos estados do Maranhão e Piauí, foi resgatado após descobrir condições degradantes nas frentes de trabalho em Boituva e alojamentos em Sorocaba (SP). Segundo o MPT, os dois alojamentos eram mal ventilados, superlotados e apresentavam péssimas condições de higiene e conforto. Muitos dormiam em colchões velhos e sujos, com as cobertas rasgadas e jogadas no chão. As casas de banho encontravam-se em más condições de higiene, sendo que no primeiro alojamento existia apenas uma para utilização por cerca de 20 funcionários. No momento da investigação também não havia alimentos disponíveis para preparo e as geladeiras estavam vazias. Apenas cerca de dois quilos de arroz foram encontrados no primeiro alojamento. Não havia papel higiênico disponível e os trabalhadores eram obrigados a usar pedaços de colchões velhos e sujos para realizar a higiene íntima. Remuneração Ainda segundo o MPT, o empregador firmou acordo e ficou obrigado a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 100 por trabalhador, por cada dia de trabalho, e uma indenização coletiva de R$ 30 mil. O MPT indicará para onde vai esse dinheiro no momento oportuno. Além disso, o empregador pagou as verbas rescisórias devidas aos 37 trabalhadores. O valor total não foi divulgado. As 37 pessoas foram levadas de volta aos seus estados de origem. Além do MTP, participaram da operação o Ministério do Trabalho e Emprego e a Polícia Rodoviária Federal. Segundo o MPT, trabalhadores resgatados em Boituva não tinham acesso à água potável MPT/Divulgação Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista reportagens da TV TEM
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