Candidatos a prefeito do Rio têm agenda lotada nesta quarta-feira (28), e os compromissos vão desde panfletagens, conversas com moradores, associações e entrevistas em programas de televisão. As campanhas esperam que os próximos dias comecem de facto, aos olhos do eleitorado, o período mais quente das eleições, devido ao início da publicidade eleitoral na rádio e na TV na próxima sexta-feira.
Rodrigo Amorim, do União Brasil, faz sua primeira aparição pública nas ruas nesta campanha. Às 9h30, ele realiza panfletagem no Aeroporto Santos Dumont. A ideia é discutir com o público temas como Turismo, Mobilidade Urbana e Ordem Pública. Analistas têm visto a candidatura de Amorim como uma espécie de dublê da de Alexandre Ramagem, do PL. Os dois são bolsonaristas e juntos, nos debates, fazem ataques coordenados ao atual prefeito, Eduardo Paes, do PSD, principal adversário na eleição.
Rodrigo Amorim faz sua primeira agenda nas ruas do Rio. — Foto: Flávio Monteiro/CBN
Em conversa com a CBN, Amorim disse que preferia iniciar suas agendas públicas agora e que isso faz parte da campanha. No aeroporto Santos Dumont, Rodrigo Amorim acusou a prefeitura de administrar uma “indústria fina”, que prejudicaria os motoristas que trabalham na região.
“A prefeitura não respeita o trabalhador, não respeita o turista, não respeita o cidadão. Basta olhar a quantidade de agentes da prefeitura que estão aqui para fazer covardia com o cidadão de bem, com aquele quem quer chegar, visitar o Rio de Janeiro, trabalhar, principalmente motoristas de aplicativo e taxistas. É muito simples, basta solicitar uma faixa para embarque, uma faixa deixa o passageiro, o motorista de aplicativo ou cidadão comum em seu carro particular, e a outra. para o táxi. Todo mundo pode vir, sem máfia e sem monopólio. É importante criar essa ordem, como existe em outros aeroportos”, afirmou.
Tarcísio Motta, do PSOL, participou de caminhada pela Rua Riachuelo, na Lapa. Ele se reuniu com lideranças de movimentos sociais e disse que, se eleito, aumentará de três para cinquenta o número de restaurantes populares na cidade.
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Tarcísio Motta reuniu-se com lideranças de movimentos sociais. — Foto: Flávio Monteiro/CBN
“Meio milhão de pessoas passam fome no Rio de Janeiro e dois milhões de pessoas têm que escolher entre almoçar ou jantar. Isto é inaceitável na cidade, numa das cidades mais ricas do país. Essa atividade aqui hoje é para que possamos organizar uma rede de restaurantes populares, feiras agroecológicas e cozinhas solidárias para saciar a fome do Rio e muito mais. Farei parceria com o MST para colocar comida saudável e mais barata na mesa de todos no Rio. Combater a fome e reduzir o custo de vida é uma prioridade. Quem tem fome tem pressa. É inadmissível que o Rio de Janeiro, diante deste cenário de fome, tenha apenas três restaurantes populares municipais. Queremos aumentar o número para 50 restaurantes populares, temos dinheiro no orçamento para isso”, afirmou.
Tarcísio Motta também participa de audiência vespertina realizada pela CNN, às 15h.
Cyro Garcia, do PSTU, participa pela manhã de ação contra operações policiais na Maré em frente à Prefeitura. Às 11h30, ele dará entrevista para a TV Band.
Alexandre Ramagem, do PL, participa esta tarde de evento na Fecomércio e participa de caminhada no Flamengo.
Eduardo Paes, do PSD, candidato à reeleição, visitará o GET Mestre Diego Braga, em Rio das Pedras. A escola é uma das quatro criadas após o desmantelamento da Arena do Futuro, sede das competições de handebol e goalball nas Olimpíadas. A rede da cidade já conta com 200 GETs e, em novo mandato à frente da prefeitura, Paes promete chegar a 500 unidades.
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