A prefeitura do Rio e a Caixa Econômica Federal devem se reunir mais uma vez, nesta quinta-feira (28), para discutir a disputa envolvendo o novo estádio do Flamengo. O terreno do Gasômetro, desapropriado pela prefeitura e leiloado no final de julho, está sendo questionado pelo banco.
A Caixa, administradora dos fundos proprietários do local, argumenta na Justiça que o edital de licitação teve como objetivo beneficiar o Flamengo, único interessado que deu lance no leilão. Além disso, há divergências sobre o valor pago. O Flamengo comprou o terreno por R$ 138 milhões, mas a Caixa avaliou a área em pelo menos R$ 250 milhões.
Nesta terça-feira (27), o presidente Lula recebeu em Brasília o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o deputado federal Pedro Paulo, ambos do PSD. A reunião contou com a presença do presidente da Caixa, Carlos Vieira, dos ministros Rui Costa, Alexandre Padilha e Esther Dweck, e do procurador-geral da União, Jorge Messias.
Nas redes sociais, Paes fez uma postagem agradecendo a recepção e dizendo que foi um “ótimo encontro”. O prefeito do Rio ainda brincou que “quando é pelo Rio, ele [Lula]não nega nada.” Lula também destacou o encontro por meio de meios digitais. Porém, os bastidores do encontro foram mais quentes do que as publicações feitas pelos interlocutores.
Informações mostram que houve divergência sobre o leilão do terreno. Os ministros de Lula, e o próprio presidente, mostraram-se inclinados a aceitar o processo que ocorreu, mas o presidente da Caixa foi irredutível. Paes até aumentou o tom, mas o clima foi evitado.
Terreno do Gasômetro desapropriado pela Prefeitura do Rio. — Foto: Leonardo Vieira/CBN
Ao sair da reunião, Paes falou à imprensa e disse que é natural que a Caixa defenda seus interesses, mas fez considerações.
“Foi muito positivo, sabemos que existe uma posição tomada pela Caixa Econômica Federal, que neste caso busca proteger os ativos do FGTS lá e, por isso, estão tomando algumas medidas judiciais. dúvidas que ainda permanecem sobre a legalidade da doação da prefeitura ou do próprio valor, que, aliás, já foi definido por um perito judicial tenho certeza que hoje demos passos muito grandes para o Flamengo, é com o Flamengo. muita dor que o Vascaíno aqui fale isso, mas o Flamengo ter o seu estádio lá no gasômetro”, afirmou.
Paes argumentou que a prefeitura beneficiou o fundo Caixa nos últimos anos com a valorização de terrenos na região e o perdão de dívidas. Ele também brincou que a primeira-dama, Janja, é torcedora flamenga e que um acordo deve ser o melhor caminho a partir de agora.
“Por iniciativa da prefeitura, o FGTS lucrou no passado 6,5 bilhões. Foi o perdão da dívida que eles tinham com a prefeitura do Rio. O início é muito solidário com o estado do Flamengo. Ele também é torcedor do Vasco no Rio, mas a primeira-dama, Janja, é torcedora do Flamengo, então provavelmente tem pressão interna lá. acho que a entrada dele na história foi fundamental. E o comando dele é que, respeitando a legislação, os direitos, enfim, obviamente se for cometida alguma ilegalidade, busquemos uma solução, acho que demos passos muito grandes para que isso acabe hoje de forma pacífica. “, afirmou.
A expectativa é que a reunião desta quinta sele o acordo para construção do estádio e que, após a reunião, a Caixa ceda, caminhando para um consenso.
O novo estádio do Flamengo deverá começar a ser construído em 2025, com investimento de cerca de R$ 2 bilhões.
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