Jesse Kipf, de 39 anos, foi condenado a seis anos de prisão e multa de mais de R$ 1 milhão após se registrar como falecido no Havaí e também vender acesso ilegal à plataforma na dark web; Jesse Kipf, de 39 anos, foi condenado a seis anos de prisão pelo tribunal distrital de Kentucky, nos Estados Unidos, após admitir ter forjado a própria morte para evitar o pagamento de US$ 110 mil (R$ 606 mil pelo câmbio atual) que devia sua ex-esposa. Além da fraude, o criminoso roubou a identidade de outras pessoas e ainda vendeu o acesso obtido através da invasão do sistema governamental e acabou sendo condenado a pagar mais de R$ 1 milhão em multas. Da música de Beyoncé ao discurso de Barack Obama: Veja os principais pontos da convenção democrata que oficializou Kamala Harris na candidatura à presidência dos EUA Suspeito cultivado: Homem preso em Uganda após descoberta de 17 crânios humanos Segundo comunicado oficial do tribunal , Kipf cometeu o primeiro crime em janeiro de 2023, quando acessou “intencionalmente” um computador sem autorização e “obteve informações de um computador protegido para seu próprio ganho privado e para promover o roubo de identidade”. O condenado acessou o Sistema de Registro de Óbito do Havaí, utilizando nome de usuário e senha de um médico residente em outro estado, preencheu a planilha de atestado de óbito e designou-se como atestador médico do caso, utilizando a assinatura digital do médico. “Isso resultou no registro de Kipf como pessoa falecida em muitos bancos de dados do governo”, afirmou o tribunal em comunicado. Segurança máxima: Após o ataque a Donald Trump, conheça a estratégia rigorosa usada pela polícia na convenção democrata em Chicago Quando questionado, ele admitiu que fez o ato para evitar suas obrigações pendentes de pensão alimentícia. Mas, além de falsificar a sua própria identidade, a investigação também concluiu que Kipf aproveitou a venda na dark web – uma rede sobreposta dentro da Internet que só pode ser acessada com software, configurações ou autorização específicos e é comumente associada à venda de bens e serviços ilícitos – senhas e credenciais obtidas ilegalmente. Segundo a investigação, ele tinha compradores internacionais de países como Argélia, Rússia e Ucrânia. “Este esquema foi um esforço cínico e destrutivo, baseado em parte no objetivo indesculpável de evitar as obrigações de pensão alimentícia”, disse o procurador dos Estados Unidos Carlton S. Shier, IV, no comunicado. Ele continuou: – Este caso é um lembrete claro de como os criminosos informáticos podem ser prejudiciais e de como a segurança informática e online é extremamente importante para todos nós. Esperamos que, através do excelente trabalho dos nossos parceiros responsáveis pela aplicação da lei, este caso sirva de alerta para outros criminosos cibernéticos e que ele enfrente as consequências da sua conduta vergonhosa. IA para animais: Veterinários usam inteligência artificial para cuidar de animais de estimação na Coreia do Sul De acordo com a lei federal, Kipf deve cumprir 85% de sua sentença de prisão e, após sua libertação, estará sob a supervisão do Escritório de Liberdade Condicional dos EUA por mais três anos. Se, no início, o criminoso tentou evitar o pagamento de mais de meio milhão de reais, ao final do processo obteve uma dívida de R$ 1.078.473,55 (U$ 195.758,65) por danos a sistemas de informática, reclamações governamentais e corporativas e suas falha em pagar suas obrigações de pensão alimentícia.
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