A doença viral é transmitida pelo inseto Culicoides paraensis, popularmente conhecido como maruim. Cláudia Souza, de 24 anos, que morreu de febre Oropouche Reprodução/TV Globo Subiu para 851 o número de casos confirmados de Febre Oropouche na Bahia. Segundo dados atualizados nesta segunda-feira (5), as cidades de Santo Antônio de Jesus, Jaguaripe e Jequié viu aumentos nas inscrições. Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), a doença foi mapeada em 58 cidades baianas em agosto, uma a menos que os últimos registros de julho. NOTÍCIAS: faça parte do canal g1 Bahia no WhatsApp O ranking de números de embarcações segue o mesmo de julho: Ilhéus lidera a lista com 112 diagnósticos positivos. Logo em seguida estão Gandu, com 82, e Uruçuca, com 71. Todos eles estão no Sul da Bahia. Confira municípios com casos confirmados da doença: Amélia Rodrigues (2) Feira de Santana (1) Conceição do Jacuípe (1) Jacobina (1) Itamaraju (6) Teixeira de Freitas (1) Porto Seguro (7) Maragogipe (3) Cachoeira (1) Camaçari (3) Lauro de Freitas (1) Madre de Deus (2) Salvador (16) Santo Amaro (1) Amargosa (66) Aratuípe (2) Castro Alves (1) Elísio Medrado (26) Jaguaripe (46) ) Jiquiriçá (2) Laje (29) Muniz Ferreira (14) Mutuípe (23) Nazaré (2) Presidente Tancredo Neves (16) Santo Antônio de Jesus (15) São Felipe (9) São Miguel das Matas (6) Teolândia (43) ) Ubaíra (3) Acajutiba (6) Alagoinhas (1) Caatiba (2) Nova Canaã (1) Cairu (7) Camamu (41) Gandu (82) Igrapiúna (25) Ituberá (41) Piraí do Norte (4) Taperoá ( 37) Valença (14) Wenceslau Guimarães (3) Aurelino Leal (3) Buerarema (1) Camacan (2) Ibicaraí (2) Ibirapitanga (3) Itabuna (23) Ubatã (2) Itacaré (4) Ilhéus (112) Uruçuca ( 71) Una (1) Itagibá (3) Itamari (3) Jequié (4) Jitaúna (4) Com as atualizações, algumas cidades podem sair da lista ou apresentar redução de diagnósticos positivos, caso a investigação conclua que a origem veio de outra município. Febre Oropouche: mais de 400 casos foram confirmados até maio A Febre Oropouche é uma doença viral transmitida pelo inseto Culicoides paraensis, popularmente conhecido como maruim ou flebotomíneo. Até o momento não há registros de transmissão direta entre pessoas. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça e dores musculares, semelhantes aos de outras arboviroses, como dengue e chikungunya. Não existe tratamento específico para a Febre Oropouche, apenas medidas focadas no alívio dos sintomas. Secretaria de Saúde da Bahia registra novos casos de Febre Oropouche Divulgação/Sesab Com o aumento no número de casos, a Secretaria de Saúde do Estado intensificou as ações de investigação nas regiões onde houve registros. Técnicos da Vigilância Epidemiológica capturam o mosquito transmissor para identificar se estão infectados e entender melhor o cenário. Em nota, a diretora da Vigilância Epidemiológica do Estado, Márcia São Pedro, disse que as autoridades públicas estão em alerta desde o primeiro caso confirmado. “Cada vez que falamos em problema de saúde pública, um caso já é um sinal de alerta para a vigilância epidemiológica, mesmo que não haja ameaça iminente”, afirma. Ainda segundo Márcia São Pedro, é importante que as pessoas usem roupas compridas e usem repelentes. “Ressaltamos também que não se deve deixar lixo e folhas acumuladas, pois a existência desses materiais facilita a reprodução do vetor”, afirma. Ela destaca que, quando surgirem sintomas, deve-se procurar uma unidade de saúde. Ministério da Saúde confirma mortes por febre oropouche na Bahia As duas mortes por febre oropouche ocorridas na Bahia neste ano foram as primeiras registradas no mundo. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (25). Segundo a organização, “até o momento, não havia nenhum relato na literatura científica mundial sobre a ocorrência de morte pela doença”. As mortes já haviam sido anunciadas pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), que realizou as investigações. O Ministério destacou que as vítimas são mulheres, residentes no interior, com menos de 30 anos, sem comorbidades, que apresentavam sinais e sintomas semelhantes aos da dengue grave. Segundo a Sesab, as duas primeiras mortes por Febre Oropouche no estado ocorreram na região Baixo Sul. O primeiro foi registrado no dia 17 de junho. O paciente tinha 24 anos, morava em Valença e faleceu em março. Na segunda-feira (22), foi registrada a segunda morte. O paciente tinha 21 anos. A morte ocorreu em maio deste ano, mas só foi anunciada posteriormente porque, assim como no primeiro caso, foram necessários vários exames para a confirmação da causa. A Sesab detalhou que as mulheres foram internadas com febre alta, dor de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia, dores nos membros inferiores, dores retroorbitárias, dores musculares, além de fraqueza, falta de energia e cansaço. Os sintomas evoluíram para sinais mais graves, como sangramento nasal, gengival e vaginal, hipotensão, queda repentina de hemoglobina e plaquetas até a morte. Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista vídeos do g1 e da TV Bahia
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