O órgão dos EUA afirmou que as eleições venezuelanas “não cumpriram os padrões internacionais de integridade e não podem ser consideradas democráticas”. Presidente Nicolás Maduro em coletiva de imprensa com jornalistas estrangeiros Reprodução O presidente Nicolás Maduro criticou o Carter Center, órgão norte-americano que acompanhou o processo eleitoral na Venezuela como observador na noite de quarta-feira (31). A afirmação diverge da fala do ministro da Defesa, Vladimir Padrino, que seis dias antes da população ir às urnas elogiou o centrão pela sua “seriedade” e “prestígio”. “Todos os observadores do Carter Center que vieram à Venezuela (para observar as eleições) trouxeram o relatório já escrito. Temos este relatório há um mês. O que faltavam eram ‘pequenos detalhes’, que agora acrescentaram”, disse Maduro. . AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da eleição na Venezuela No dia 22 de julho, o Ministro da Defesa publicou um vídeo em suas redes sociais, recebendo membros do Carter Center para uma reunião. Padrino disse que “o centro alcançou prestígio em todo o mundo não só nas tarefas eleitorais, mas também nas tarefas de promoção da democracia” (ver abaixo). Ministro venezuelano recebe membros de ONG que acompanharam as eleições presidenciais Na terça-feira (30), o Carter Center informou que a eleição de domingo na Venezuela “não atendeu aos padrões internacionais de integridade e não pode ser considerada democrática”. Além disso, afirmou que a autoridade eleitoral “demonstrou um claro preconceito” a favor do actual presidente. Clique aqui para acompanhar o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp “O Carter Center não pode verificar ou corroborar os resultados eleitorais declarados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), e a omissão da autoridade eleitoral em anunciar os resultados desagregados por assembleia de voto constitui grave violação da legislação eleitoral princípios”, disse o centro em um comunicado. Segundo a organização, a Venezuela “violou inúmeras disposições das suas próprias leis nacionais”: “As eleições decorreram num ambiente de liberdades restritas para os actores políticos, organizações da sociedade civil e meios de comunicação social. Ao longo do processo eleitoral, a CNE demonstrou um claro preconceito em favor do titular”. No total, 17 observadores do Carter Center acompanharam as eleições venezuelanas. O órgão já acompanhou 124 eleições em 43 países. O Carter Center também listou os seguintes problemas: Recenseamento eleitoral dificultado por prazos curtos; Exigências excessivas e algumas arbitrárias para os cidadãos estrangeiros votarem, o que resultou num baixo número de eleitores fora da Venezuela; condições desiguais de competição entre Maduro e Edmundo González, da oposição Tentativas de restringir a campanha da oposição durante a corrida eleitoral Falta de transparência por parte da CNE no anúncio dos resultados Casa Branca diz que “a paciência está a esgotar-se” O governo dos Estados Unidos voltou a criticar a falta de transparência no processo eleitoral da Venezuela nesta quarta-feira (31), além de exigir a liberação das cédulas do Conselho Nacional Eleitoral que declarou a vitória do presidente Nicolás Maduro. “A nossa paciência e a da comunidade internacional estão a esgotar-se enquanto esperamos que as autoridades eleitorais venezuelanas confessem e divulguem dados detalhados sobre esta eleição”, disse o porta-voz de segurança do governo dos EUA, John Kirby. O porta-voz dos EUA afirmou ainda que tem “sérias preocupações sobre relatos de vítimas, violência e detenções, incluindo os mandados de prisão que Nicolás Maduro e os seus representantes emitiram hoje para líderes da oposição”. Ele também condenou a violência política e a repressão. Proclamação da reeleição de Maduro gerou protestos no país Reuters/Samir Aponte A OEA também não reconheceu Anteriormente, a Organização dos Estados Americanos (OEA) também havia declarado que não reconhecia o resultado da eleição. Em relatório feito por observadores que acompanharam a eleição, realizada no domingo (28), a OEA afirma que há evidências de que o governo Maduro distorceu o resultado. Um dos principais indícios, segundo o documento, foi a demora na divulgação dos resultados apesar do país possuir urnas eletrônicas. O texto afirma ainda que houve denúncias de “ilegalidades, vícios e más práticas”. O relatório concluiu que o Centro Nacional Eleitoral (CNE), principal autoridade eleitoral da Venezuela, comandado por um aliado do governo venezuelano, proclamou Maduro como vencedor sem apresentar os dados que comprovassem o resultado e afirmou que os únicos números divulgados nos canais oficiais revelam “erros aritméticos”. “Mais de seis horas depois do encerramento da votação, a CNE fez um anúncio […] declarar vencedor o candidato oficial, sem detalhar as tabelas processadas, sem publicar a ata e fornecendo apenas os percentuais agregados de votos que as principais forças políticas teriam recebido”, diz o texto. O relatório da OEA também afirmou que o regime venezuelano aplicou “o seu esquema repressivo” para “distorcer completamente o resultado eleitoral”. “Ao longo de todo este processo eleitoral temos assistido à aplicação pelo regime venezuelano do seu esquema repressivo complementado por ações destinadas a distorcer completamente o resultado eleitoral, colocando este resultado à disposição dos cidadãos. manipulações mais aberrantes”. OEA diz que não reconhece os resultados das eleições na Venezuela
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