Tiroteio deixou três mortos em comemoração de aniversário, no dia 23 de maio, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Família canta parabéns ao menino Heitor Felipe antes do massacre em Ribeirão das Neves Uma mulher foi presa, nesta sexta-feira (5), sob suspeita de envolvimento no massacre que deixou três pessoas mortas em uma festa de aniversário infantil. O crime ocorreu no dia 23 de maio, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar, Ivone Silva de Almeida é investigada por suposta participação como informante dos criminosos. A defesa nega a acusação e afirma estar sendo ameaçada (veja abaixo). Segundo a investigação, a mulher foi uma das convidadas da comemoração e compartilhou informações com os atiradores, que tinham como alvo o pai do aniversariante. O ataque foi motivado por um “acerto de contas” relativo ao tráfico de drogas. A investigada foi localizada pelo serviço de inteligência da PM e, ao ser abordada, passou mal. Ela foi levada para um hospital para atendimento médico e depois para uma delegacia da Polícia Civil, em Vespasiano, também na Grande BH. A ordem de prisão preventiva de Ivone Silva de Almeida e de outros sete réus foi expedida pela 1ª Vara Criminal e pelo Tribunal do Júri da Comarca de Ribeirão das Neves no final de junho. Até o momento, seis deles são considerados foragidos. Defesa nega envolvimento À TV Globo, a defesa do réu afirmou que a mulher não teve participação no crime, até porque sua filha, de 20 anos, também estava na festa. “Já havíamos acompanhado a audiência dela, na qual ela se colocou à disposição da Justiça para colaborar com as investigações. Acreditamos na sua inocência, até porque, no dia do massacre, sua filha foi baleada nas costas”, afirmou o advogado. Joel Francisco Costa Júnior. Segundo a advogada, Ivone, que é manicure, foi abordada por uma cliente após o ocorrido. A mulher teria oferecido dinheiro para que ela, como testemunha, não desse informações à polícia. “Acreditamos sim que ela está sendo vítima, porque foi acusada de ser a pessoa que deu a localização, porque não aceitou propina [de criminosos]. Disseram entre R$ 50 mil e R$ 100 mil para ela não prestar depoimento, para não dizer quem eram os atiradores. Não faz sentido, porque ela estava no local, as filhas dela estavam no local”, acrescentou. A defesa disse ainda que o investigado passou a ser ameaçado tanto pelos familiares dos suspeitos como pelos familiares das vítimas. As duas famílias eram rivais no tráfico de drogas (veja abaixo). Massacre Heitor Felipe Moreira, 9 anos, comemorava seu aniversário antes de ser morto na chacina Arquivo pessoal Dois homens armados invadiram a festa de aniversário do menino Heitor Felipe Moreira de Oliveira, 9 anos, e disparou vários tiros em um salão do bairro Areias de Baixo, em Ribeirão das Neves, o aniversariante, sua prima, Layza Manuelly de Oliveira, de 11 anos, e seu pai, Felipe Júnior Moreira Lima, de 26 anos. , que supostamente estaria envolvido no tráfico de drogas, morreu no local. Outras três pessoas também foram atingidas. Um vídeo obtido pela TV Globo mostra o momento em que quatro suspeitos envolvidos no crime passam pelo local dos homicídios. suspeitos do massacre passam em frente ao local da festa Os vídeos mais vistos no g1 Minas:
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