Os números são de levantamento feito pela EPTV Sul de Minas, afiliada da Rede Globo; Além dos mortos, outras 22 pessoas ficaram feridas. Pelo menos 36 pessoas morreram em acidentes em rodovias da região em junho Pelo menos 36 pessoas morreram em acidentes de trânsito no mês de junho no Sul de Minas. Os números são de levantamento feito pela EPTV Sul de Minas, afiliada da Rede Globo. Além dos mortos, outras 22 pessoas ficaram feridas. Participe do canal g1 Sul de Minas no WhatsApp Carla Helena Menezes, de 48 anos, morreu após o carro em que ela estava ter sido atropelado por outro veículo no último domingo, em Poços de Caldas. O namorado dela ainda está se recuperando dos ferimentos e tentando lidar com a perda. “É uma coisa que não sai da sua cabeça, né cara? A cinemática, o barulho, o estrondo. O acontecimento em si foi muito… Uma tragédia inusitada, né? Estamos indignados com a situação, sabe? perder alguém a gente amor”, disse o representante comercial, Lauro César Pereira. Na MG-050, duas pessoas morreram em acidentes diferentes, um em Passos e outro em São João Batista do Glória. Mês de junho tem pelo menos 36 mortes em acidentes de trânsito no Sul de Minas Hélder Almeida Na MG-455, em Andradas, o vereador Fernando Macedo Carvalho, de 42 anos, morreu após o carro em que estava colidir frontalmente com um caminhão. Na MG-179, entre Pouso Alegre e Silvianópolis, um casal que estava de moto morreu após bater em um carro. Havia uma família no veículo. Um dos passageiros foi resgatado, mas também morreu dias depois. “A aeronave tem uma diferença que é o tempo de deslocamento. Então, como os EUA têm um deslocamento maior que a aeronave, tanto na ida quanto na volta, essa aeronave é utilizada. nos destroços, a nossa equipe é formada por bombeiros militares que retiram a vítima e médicos e enfermeiros do Consórcio Municipal de Saúde, o SAMU, que prestam suporte avançado de vida. Em seguida, chegam ao local, estabilizam o paciente e o transportam rapidamente para o local. referência do hospital”, explicou o comandante da 2ª Companhia de Operações Aéreas Especiais, João Bosco Lara Júnior. Milhares de pessoas passam pela MGC-491, que liga Alfenas a Areado, mas para muitas famílias a rodovia é palco de tragédias. É o caso das famílias de João Francisco dos Santos Rodrigues e Rosiane Aparecida Diniz do Prado. O casal morreu após colisão com um carro que trafegava no sentido contrário. O filho deles, de 6 anos, sobreviveu. Ele estava na cadeirinha e, após ser socorrido, foi levado ao Hospital Alzira Velano. Casal de namorados morre em acidente na MG-179, entre Silvianópolis e Pouso Alegre Reprodução / Redes Sociais “Quando temos um filho gravemente doente como esse, nossa luta é diária, subindo degrau por degrau. chegou, mas ainda com alto grau de necessidade de estabilização, ainda grave, mas estável”, disse a coordenadora da UTI pediátrica do Hospital Alzira Velano, Ana Luiza Oliveira. O hospital é referência no atendimento ao trauma e politraumatismo para 25 cidades da região. Segundo o diretor técnico, a unidade está equipada e preparada, mas o número de acidentes assusta. “Principalmente nos finais de semana. Normalmente haveria um número razoável de acidentes, principalmente relacionados a motocicletas. Mas agora nos últimos 30 dias vimos muitos acidentes relacionados a estradas, acidentes entre carros. E o hospital, isso é um hospital de referência em trauma, então estamos aqui aptos a receber esses pacientes. Temos uma sala vermelha com capacidade para atender cinco vítimas simultaneamente para esses pacientes que podem chegar. , Thiago Rodrigues. Além da recuperação física, os danos psicológicos são graves. “Tem traumas que a gente consegue lidar e outros que vão acabar sendo tratados fora do hospital porque acabam se desenvolvendo de forma crônica, com perda de parentes, inclusive em acidentes. Isso gera uma dificuldade de ressocialização, uma dificuldade de reintrodução dessa criança no realidade, aqui fora do hospital, muito mais difícil”, reforçou a coordenadora da UTI pediátrica do Hospital Alzira Velano, Ana Luiza Oliveira. No país, existe uma política pública chamada “Rodovia que Perdoa”, que busca minimizar o índice de acidentes. “O Senatran começou agora com a política dos seis pilares. Antigamente falávamos do tripé, só de segurança, educação e fiscalização. Hoje não, estamos nos seis pilares, onde o poder público é um dos responsáveis se acontece um acidente. Precisamos pensar no seguinte: o ser humano está sujeito ao fracasso, o poder público, o que a engenharia, o que a inteligência está fazendo hoje para ajudar a prevenir acidentes ou acidentes mais graves. é aceitável no trânsito”, acrescentou o coordenador do Sest Senat, Kenedy Santos. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
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