Os Estados Unidos anunciarão uma grande reformulação da sua estrutura militar na Ásia e revelarão um novo comando em Tóquio, à medida que aprofundam os laços com o Japão em resposta à crescente ambição da China na região.
De acordo com um relatório da Reuters, o secretário de Estado Antony Blinken e o secretário de Defesa Lloyd Austin manterão conversações com a ministra das Relações Exteriores do Japão, Yoko Kamikawa, e o ministro da Defesa, Minoru Kihara, no domingo, onde Austin anunciará uma mudança nas forças americanas no Japão.
“O secretário Austin planeja anunciar que os Estados Unidos pretendem reconstituir as Forças dos EUA no Japão como um Quartel-General da Força Conjunta, reportando-se ao comandante do INDOPACOM dos EUA”, disse uma autoridade dos EUA à Reuters.
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O presidente chinês, Xi Jinping, fala após revisar a frota do Exército de Libertação Popular no Mar do Sul da China. (Li Gang/Xinhua via AP, arquivo)
O Japão tem procurado estabelecer um novo quartel-general conjunto no país para melhor coordenar com as forças dos EUA, à medida que vê ameaças crescentes na região, observa o relatório, com o Japão citando o aumento dos testes de mísseis pela Coreia do Norte e as crescentes ambições militares da China.
O Japão esperava que o novo comando fosse chefiado por um general de quatro estrelas, mas o funcionário dos EUA disse à Reuters que um general de três estrelas assumirá o controle da nova organização.
Espera-se que as negociações entre os Estados Unidos e o Japão no domingo abranjam a “dissuasão estendida”, disse a autoridade norte-americana, um termo que os Estados Unidos usam para descrever como mobilizam forças nucleares para dissuadir ataques contra seus aliados.

O secretário de Defesa, Lloyd Austin, testemunha perante o Comitê de Dotações do Senado no Capitólio. (Foto AP/Manuel Balce Ceneta/Arquivo)
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O Japão já acolhe uma base militar dos EUA com 54.000 soldados dos EUA, centenas de aeronaves e um grupo de ataque de porta-aviões destacado, observa o relatório, mas o novo comando permitirá uma maior cooperação entre os dois países. O Japão comprometeu-se recentemente a duplicar os gastos com defesa, de 1% do PIB para 2%, à medida que procura maior dissuasão sobre a China e a Coreia do Norte.
A medida também ocorre num momento em que o presidente Biden procura aumentar a cooperação entre o Japão e a Coreia do Sul, outro aliado importante dos EUA na região. As relações entre os dois países têm sido tensas desde o início do século XX.
As três nações assinaram um acordo no domingo para “institucionalizar” a cooperação trilateral, segundo o relatório, que incluirá a partilha de informações em tempo real sobre mísseis norte-coreanos e exercícios militares conjuntos alargados.

O presidente Biden fala durante um evento de campanha na Filadélfia na quinta-feira, 18 de abril de 2024. (Hannah Beier/Bloomberg via Getty Images)
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“Este memorando fortalece a cooperação entre o Japão, os Estados Unidos e a Coreia do Sul, tornando a nossa parceria inquebrável, independentemente de como a situação internacional mude”, disse Kihara aos jornalistas após a assinatura do acordo.
O Pentágono e a Casa Branca não responderam imediatamente a um pedido de comentários da Fox News.
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